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Comissão de Sementes e Mudas do Paraná (CSM-PR)

O próximo dia 14 de novembro é o último dia para fazer a sua inscrição.

A cidade de Londrina, localizada na região norte do Paraná, será palco do Fórum Técnico CSM-PR, principal encontro do setor de sementes paranaense, nos dias 25, 26 e 27 de novembro.

A edição de 2025 reunirá os principais nomes da cadeia sementeira para três dias de conhecimento técnico, troca de experiências e atualizações do mercado.

Com a participação de aproximadamente 300 profissionais que ocupam cargos estratégicos e de decisão, o evento é uma oportunidade única para conectar empresas, apresentar cases relevantes e discutir os temas mais atuais e impactantes do setor.

Organizado pela Apasem, o Fórum CSM-PR fortalece a integração entre os elos da produção, pesquisa, tecnologia e mercado de sementes, contribuindo para o avanço do agronegócio paranaense e nacional.

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Unidos pela reconstrução de Rio Bonito do Iguaçu

Várias campanhas solidárias estão arrecadando doações para as vítimas do tornado que atingiu Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná. Você pode ajudar fazendo um PIX para uma das seguintes contas de cooperativas de crédito:

Sicoob, CNPJ 07.147.834/0001-73

Sicredi, PIX 42 9 9104-7107

Cresol, CNPJ 24.103.717/0001-27

Cooperativa Agroindustrial Tradição:  pix.solidario@tradicao.coop.br

Fonte: Sistema Ocepar

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Disponível 3º Lote de inscrições para o Fórum CSM-PR 2025

A programação do Fórum Técnico da Comissão de Sementes e Mudas do Paraná (CSM-PR) 2025 já está definida. Nos dias 25, 26 e 27 de novembro, em Londrina, no Buffet Planalto, você confere uma agenda completa de conteúdos qualificados. Disponível O 3º Lote de inscrições para inscrições. Confira a programação completa.

Serão três dias intensos de conhecimento técnico, troca de experiências e conexões estratégicas entre os diversos agentes do setor de sementes do Paraná e de outras regiões do Brasil.

Não fique de fora deste evento que, ano após ano, impulsiona debates e contribui para o desenvolvimento do setor de sementes.

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CropLife lança portal de dados do setor de tecnologias agrícolas

A CropLife Brasil lançou, no último dia 22, o novo portal de dados do setor de insumos agrícolas, o CropData. A plataforma reúne, em um só lugar e de forma inédita, informações referenciadas e estruturadas de sementes, bioinsumos e defensivos químicos, além de um consolidado setorial, com o objetivo de ampliar o acesso a indicadores estratégicos e confiáveis que servirão de base para decisões e análises baseadas em evidências sobre o agronegócio brasileiro.

A ferramenta utiliza tecnologia de Power Business Intelligence (Power BI) e permite que usuários consultem, visualizem e cruzem dados de forma dinâmica. A interface é intuitiva e possibilita recortes personalizados por modalidade de uso, tipo de produto e série histórica. O portal conta ainda com glossário consolidado para facilitar o entendimento dos termos mais técnicos.

Atualmente, estão contemplados no portal dados de faturamento, crédito, impostos, pesquisa & desenvolvimento, relações comerciais, empregos e salários, registros de produtos, ESG e uso/hectare, para o caso dos agroquímicos.

“O lançamento do CropData representa um marco para o setor de tecnologias agrícolas. A plataforma reúne informações estruturadas, permitindo que a academia, a imprensa e os formuladores de políticas públicas tenham acesso a dados de fontes públicas, tratados e organizados de forma a apoiar estudos, análises e decisões baseadas em evidências”, reforçou o presidente da CropLife Brasil, Eduardo Leão durante apresentação do portal para a imprensa na sede da associação em São Paulo. 

Como parte das ações que integram o esforço da CLB em se tornar referência na divulgação de dados do setor, estão a disponibilização de boletins trimestrais com análise consistentes de mercado e notas mensais, com informações atualizadas de registro de produtos agrícolas, aplicação e comércio exterior, entre outros.

A CropLife Brasil detalhou ainda a previsão de novos indicadores no hub de informações do CropData, previsto para o próximo ano, como: mercado de bioinsumos, ilegalidade no campo, capacitação de profissionais do campo, logística reversa e novas pesquisas técnicas com consultorias.

Estudo de mercado

A visão setorial e todo o arcabouço de informações cruzadas apresentados são resultados de novo estudo da CropLife Brasil, em parceria com a consultoria Markestrat Agrobusiness, que apresenta um balanço do ano de 2024, com base comparativa a 2022. O estudo aponta que o faturamento das indústrias do setor de insumos agrícolas (defensivos químicos, bioinsumos e sementes) atingiu R$ 114 bilhões no ano passado.

Do montante, é possível observar aumento de aproximadamente 30% no biênio (2022 x 2024) em bioinsumos (R$ 4,5 milhões). Apesar de mais de 2/3 do faturamento total ser respectivo a agroquímicos, a tecnologia apresentou retração de 20% (2022 x 2024).

“Do ponto de vista econômico, o estudo mostra que, embora tenha havido retração no faturamento geral do setor em comparação a 2022, reflexo da normalização dos preços internacionais após o pico observado no pós-pandemia, observamos uma expansão importante na área tratada com bioinsumos, que cresceu cerca de 25% entre 2022 e 2024. Esse dado reforça o dinamismo e o potencial de crescimento da agricultura brasileira”, completou Maria Xavier

A inovação na agricultura é uma das funcionalistas que o portal também traz. O estudo apresenta que indústria investiu R$ 3,5 bilhões em 2024 em pesquisa e desenvolvimento (P&D) de produtos, sendo 85% no segmento de sementes. Para os registros de novos produtos, a indústria investiu R$ 205 milhões sendo a maior parcela do dispêndio, 63%, direcionada ao custeio de processos de novos registros. Ao todo, foram 541 novos registros de químicos, 107 registros de bioinsumos e 2,5 mil novas cultivares. Os filtros no CropData permitem classificar por tipo.

Crédito

Em 2024, o crédito da indústria do setor totalizou R$ 81 bilhões e a modalidade Barter (R$ 12,6 bilhões) – operação de troca de produção agrícola por insumos ou serviços – cresceu 72% em comparação a 2022, em um cenário de instabilidade financeira. A adoção da modalidade alternativa de crédito se aplica em um momento em que o produtor rural viu aumento significativo dos seus custos de produção somado a preços de commodities mais baixos resultando em menor rentabilidade.

“O crescimento da modalidade Barter é reflexo de um cenário de crédito mais restrito. Nesse tipo de operação, o agricultor trava antecipadamente parte da sua produção para quitar os insumos adquiridos, o que reduz os riscos tanto para ele quanto para a indústria. É um modelo de crédito que oferece segurança e previsibilidade: o produtor sabe quanto vai receber e a indústria tem garantia de pagamento. Trata-se de uma ferramenta típica do agronegócio brasileiro, que permite acesso a crédito com menor custo e menor exposição a riscos — algo pouco comum em outros países”, trouxe Renato Gomides, gerente-executivo CropLife Brasil.

Fonte: CropLife

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CropLife Brasil irá lançar plataforma de dados: CropData

A CropLife Brasil lança a nova plataforma de dados da entidade, o CropData. A ferramenta reúne de forma inédita, informações sobre os setores de germoplasma, bioinsumos, defensivos químicos e biotecnologia. Para além da consulta e democratização do acesso, o portal tem como objetivo auxiliar na construção de conteúdo referenciado, estruturado e simplificado.

A coletiva de imprensa será nesta quarta-feira (22), às 10h, na sede da associação em São Paulo.

Mais sobre o CropData

Na plataforma também estão centralizados bancos de dados de diferentes fontes de informação pública (Agrofit, Comex, FAO, IBGE, InpEV) e consultorias, que trazem números relevantes como pesquisas de mercado, importação e exportação, uso e registro de defensivos, sustentabilidade e rastreabilidade. Em um cenário global marcado por desafios como insegurança alimentar, mudanças climáticas e necessidade de preservação da biodiversidade, é fundamental compartilhar evidências baseadas em ciência.

Ao disponibilizar indicadores do setor, a CropLife Brasil reforça seu compromisso com a transparência, a credibilidade e o diálogo responsável e subsidia produtores, pesquisadores, formuladores de políticas públicas, imprensa e sociedade dados para uma melhor compreensão do papel central da inovação agrícola. O portal consolida, assim, a CropLife como fonte primária de dados.

Fonte e Foto: CropLife

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Congresso de Sementes das Américas marca integração histórica entre ciência, regulação e mercado

Diretores da SAA e da Abrasem avaliam resultados e destacam avanços em inovação, sustentabilidade e legislação

O Congresso de Sementes das Américas, realizado entre 29 de setembro e 1º de outubro em Foz do Iguaçu, consolidou-se como o maior já organizado pela Seed Association of the Americas (SAA), em parceria com a Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem). O encontro reuniu aproximadamente 500 especialistas de 18 países, entre pesquisadores, produtores, reguladores e representantes da academia, unindo setores público e privado em um formato considerado inédito.

O modelo inovador integrou, em uma mesma semana, sessões plenárias, painéis acadêmicos, encontros regulatórios, rodadas de negócios, exposição de startups e apresentações de pesquisas científicas. Para o diretor-executivo da SAA, Diego Risso, essa combinação foi o ponto alto do evento. “O Congresso foi um sucesso pela qualidade dos participantes, pelo nível de liderança presente e pela diversidade de atividades propostas”, destacou.

Durante dois dias e meio de plenárias, os debates abordaram temas de última geração em biotecnologia, edição gênica, tratamento de sementes, fitossanidade e tendências regulatórias. Paralelamente, empresas e instituições tiveram a oportunidade de apresentar tecnologias, buscar novos germoplasmas, fechar contratos de multiplicação de sementes e dialogar diretamente com governos sobre marcos regulatórios.

Segundo Risso, o grande diferencial foi reunir, em um só lugar, todos os elos da cadeia de valor das sementes. “Queríamos posicionar a inovação no centro do debate, mas sempre considerando o acesso dos agricultores. Se há pesquisa e investimento, mas a regulação não acompanha, o produto nunca chegará ao campo”, afirmou.

Ele também destacou a importância de conectar consumidores, agricultores, centros de pesquisa e empresas. “Precisamos de uma cadeia integrada, em que a sociedade demanda alimentos mais saudáveis e sustentáveis, enquanto os produtores têm acesso às tecnologias que podem entregar isso”, explicou.

A sustentabilidade foi outro ponto central. “O setor de sementes é um negócio de longo prazo. Não podemos produzir tecnologias que não sejam seguras e sustentáveis. Sustentabilidade não é apenas ambiental, mas também econômica e social. Cada elo da cadeia precisa estar alinhado com esses princípios”, ressaltou Risso.

Resultados refletem em ganhos para agricultores e sociedade

O presidente-executivo da Abrasem, Ronaldo Troncha, reforçou que o evento deixa um legado para o setor. “Foi um evento histórico, reunindo academia, reguladores e produtores, e deixará um legado para o setor de sementes. Tudo o que foi discutido aqui vai se refletir em ganhos concretos para o setor e para a sociedade como um todo”, afirmou.

Troncha destacou ainda a forte presença da equipe do Ministério da Agricultura e Pecuária, incluindo o Secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, que representou o ministro Carlos Fávaro. Entre os temas de maior impacto, ele citou o avanço na atualização da Lei de Proteção de Cultivares, de 1997.

Após meses de debates coordenados pelo Instituto Pensar Agropecuário (IPA), foi aprovado um texto de consenso na Comissão de Agricultura da Câmara (CAPADR), que amplia prazos de proteção de cultivares de 15 para até 25 anos, reforça o pagamento de royalties e criminaliza a pirataria de sementes em esferas penal, civil e administrativa. “O grande avanço é dar fôlego à pesquisa e ao desenvolvimento, garantindo retorno aos investimentos feitos no país”, destacou Troncha.

Ele lembrou ainda que os pequenos produtores continuarão amparados na legislação, mas o combate à semente ilegal será fortalecido, estimulando inovação e competitividade. Segundo ele, os reflexos chegarão também à sociedade. “A atualização da lei deve contribuir para maior produtividade agrícola, recuperação de áreas degradadas e aumento da produção, impactando positivamente os preços internos e a capacidade do Brasil de abastecer o mundo”, avaliou.

Troncha encerrou reforçando o papel do produtor brasileiro na preservação ambiental. “Nenhuma propriedade rural pode ter menos de 20% de área de reserva legal, chegando a 80% na Amazônia. Isso significa que cerca de 66% do território nacional está preservado, um benefício que toda a população mundial recebe graças ao esforço dos produtores”, concluiu.

O Brasil se destaca globalmente na produção e comercialização de sementes, movimentando um mercado de 6,2 bilhões de dólares anualmente. O país ocupa uma posição estratégica, sendo um dos maiores produtores mundiais e o principal mercado de sementes da América Latina. “A liderança impulsiona a exportação de tecnologias genéticas e garante a base para a alta produtividade do agronegócio nacional, consolidando a relevância do setor para a economia e a segurança alimentar global”, reforça Ronaldo Troncha.

Serviços Acesse o Link saber mais sobre o Congresso

Fonte e Foto: Assessoria de Imprensa Abrasem Paraná

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Revista APASEM 2025

Durante o 10º Congresso de Sementes das Américas (SAA), realizado nesta semana em Foz do Iguaçu, a APASEM lançou a edição 2025 de sua revista institucional. A publicação traz conteúdos de grande relevância para o setor, como uma entrevista com Mariangela Hungria — a primeira brasileira a receber o Prêmio Mundial de Alimentação — e uma reportagem sobre a importância dos treinamentos em análise de sementes promovidos nos LAS APASEM, entre vários outros temas. Os participantes do congresso já puderam garantir o seu exemplar em primeira mão.

A APASEM agradece a todos os apoiadores da 9ª edição da revista, que contribuíram para o fortalecimento dessa importante publicação.

OR Genetica
Agro 1
Sementes Mauá
SafraBag
Laborsan
Coprossel
Agrotis
Dicalab
Sol Campo
Bayer
Biotrigo/GDM
Sicredi
Cold Line
Cocari
Castrolanda
Profile

Não perca a oportunidade de estar na próxima edição da Revista APASEM, lançada sempre onde se encontra o setor de sementes.

Crédito ABRASEM

CRISPR e Lei de Cultivares moldam o futuro da agricultura

Tecnologia acelera o melhoramento genético de sementes enquanto legislação busca frear pirataria e garantir inovação no campo

Jhony Möller, Diretor Executivo da Apasem (Associação Paranaense dos Produtores de Sementes e Mudas), nesta quarta-feira (1º), durante o 10º Congresso de Sementes das Américas (SAA Seed Congress), realizado em Foz do Iguaçu, destacou como os avanços tecnológicos estão revolucionando o melhoramento genético de plantas. Segundo ele, os métodos tradicionais, que antes exigiam de 10 a 15 anos de cruzamentos para desenvolver uma nova variedade, foram substituídos por ferramentas modernas como o CRISPR (tecnologia de edição genética), que permitem intervenções mais rápidas e precisas nos genes.

Diferente da transgenia, explicou Möller, a edição genética não necessariamente adiciona genes externos, mas atua em ligações internas, “ligando ou desligando” funções específicas. Ele citou como exemplo a soja tolerante à seca: “ao desativar um gene responsável por reduzir a atividade da planta em períodos de estiagem, foi possível criar uma variedade capaz de manter-se ativa até a volta das chuvas”.

Esse tipo de inovação, avalia o executivo, não representa apenas ganhos em produtividade, mas também maior resiliência das lavouras diante de fenômenos climáticos, como El Niño e La Niña, que impactam diretamente a disponibilidade de água nas safras. “Estamos diante de um salto científico que torna a condução das lavouras mais segura e sustentável”, afirmou.

O impacto vai além da soja. Culturas como o tomate já estão sendo estudadas para incluir características que não só reforçam a resistência, mas também trazem benefícios à saúde humana. Uma das pesquisas em andamento busca variedades capazes de contribuir para a saúde cardiovascular, ampliando o alcance da biotecnologia da produção de alimentos para a qualidade de vida das pessoas.

LPC é um pilar essencial

Paralelamente, a tecnologia de edição genética se soma à Lei de Proteção de Cultivares, apontada como um pilar essencial para fortalecer a inovação no setor agrícola. A legislação, apoiada por associações estaduais e pela Abrasem (Associação Brasileira de Sementes e Mudas), estabelece responsabilidades claras sobre a produção de sementes, desde o desenvolvimento de germoplasma até a cobrança de royalties.

Um dos pontos centrais da lei é o combate à pirataria de sementes, prática que gera perdas bilionárias. Estudos apontam que cerca de 11% da soja cultivada no Brasil é plantada com sementes piratas, resultando em prejuízo anual de aproximadamente R$ 10 bilhões. “Quando combatemos a pirataria, não estamos apenas protegendo os obtentores, mas fortalecendo toda a cadeia produtiva, garantindo arrecadação tributária e criando um ambiente mais justo para a agricultura avançar”, reforçou Möller.

Na avaliação do dirigente, tanto o avanço científico quanto o respaldo legal caminham juntos para impulsionar a agricultura sustentável, conciliando produtividade, inovação, segurança alimentar e responsabilidade ambiental.

Fonte e Foto: ABRASEM