whatsapp_image_2024-04-22_at_10.16.30_1

Rede Fitossanidade Tropical avalia eficiência de fungicidas na cultura do milho no Paraná

A Rede Fitossanidade Tropical (RFT) está divulgando para técnicos e produtores os resultados da avaliação de fungicidas para controle do complexo de doenças que afeta a cultura do milho. A frequência do uso de fungicidas em lavouras comerciais de milho no Brasil tem aumentado nos últimos anos, sendo hoje o segundo maior mercado nacional de produtos.

O milho é utilizado principalmente para composição de rações para animais, consumo humano e geração de etanol. Estados Unidos, China e Brasil são responsáveis por aproximadamente 65% da produção mundial. Apenas o Brasil é capaz de cultivar o milho em três safras consecutivas em um mesmo ano: verão, safrinha e do nordeste brasileiro.

O estudo envolveu a condução de 30 ensaios experimentais, distribuídos por 25 localidades representativas das regiões produtoras brasileiras, e teve seus resultados apresentados no XVII Seminário Nacional de Milho Safrinha. Interessados podem baixar gratuitamente o e-book do evento AQUI (as informações aparecem no capítulo 8).

As avaliações foram realizadas na segunda safra de 2023 e abrangeram o teste de 11 produtos (registrados e em fase de registro), com o objetivo de verificar seu controle sobre doenças das folhas e a redução dos danos em situação de campo. O estudo envolveu mancha branca, mancha de túrcicum, mancha de bipolaris, mancha de cercóspora, mancha de macróspora, ferrugem políssora e ferrugem comum.

“Em alguns casos, como na mancha branca, houve produtos que apresentaram eficiência de controle superior a 70%”, explica o pesquisador Adriano Custódio, do IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná — Iapar-Emater).

Em outro caso, para mancha de cercóspora do milho, o fungicida com mistura tripla de fluxapiroxade + piraclostrobina + mefentrifluconazole apresentou a maior média de controle (72,8%) e também o maior valor de manutenção de produtividade (43,5%) comparado ao tratamento testemunha. Ao comparar este fungicida citado com outro tratamento de mistura dupla amplamente utilizado por produtores (epoxiconazole + piraclostrobina), houve incremento na eficiência de controle em 17,4% e na manutenção de produtividade em 13%.

Rede

Formalizada em 2022, a RFT promove a parceria entre entidades que se dedicam à pesquisa e desenvolvimento tecnológico no setor agropecuário. “É um arranjo que tem possibilitado modernizar o portfólio de fungicidas registrados para a cultura do milho brasileiro”, avalia Custódio.

Com atuação na área de fitopatologia, entomologia e herbologia, a RFT reúne 52 centros públicos e privados de pesquisa. Mais informações sobre a organização podem ser obtidas AQUI.

Fonte: AEN Foto: Foto: IDR

images

Exportação estabelece novo recorde de movimentação, em 24 horas

O corredor de exportação do Porto de Paranaguá movimentou 146 mil toneladas ao longo do final de semana (sábado e domingo). Esse é o novo recorde de movimentação em 24 horas. Três navios passaram pelo Porto, com destino à Espanha e à China.

O número movimentado no sábado (20) e domingo (21) representa aumento de 5% em relação ao recorde anterior. Em agosto de 2019, chegaram a ser movimentadas 138 mil toneladas em 24 horas.

Os portos de Paranaguá e Antonina acumulam oito meses seguidos de recordes de produtividade. O mais recente é de março, com cinco milhões e novecentas mil toneladas movimentadas.

A administração atribui os resultados à manutenção de equipamentos e às estratégias logísticas para melhor aproveitamento dos berços e das equipes da operação.

Fonte: BandNews Foto: Divulgação

default

Região de Ponta Grossa deve assumir liderança na produção estadual de cevada

A região de Ponta Grossa deve assumir a liderança na produção de cevada na safra que começa a ser plantada agora. A primeira mostra é que a semeadura já iniciou nessa regional, representando uma alteração importante. Normalmente, o plantio começava em maio pela região de Guarapuava, que no ano passado foi a maior produtora.

A alternância no espaço ocupado pela cevada no Paraná é uma das informações que estão no Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 12 a 18 de abril. O documento é preparado pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

Na regional de Guarapuava, a Cooperativa Agrária centraliza os trabalhos de processamento e, em 2023, concentrou 48% (134 mil toneladas) das 278 mil toneladas de cevada produzidas no Estado. A região vizinha de Ponta Grossa, por sua vez, foi responsável pela produção de 109 mil toneladas (39%). No entanto, a estimativa para este ano é que haja redução de 16% na área total dedicada a essa cultura no Estado, caindo de 87,2 mil hectares para 73,4 mil. A maior queda é justamente no núcleo de Guarapuava, saindo de 43,2 mil hectares para 26 mil, ou 40% a menos.

Em compensação, a região de Ponta Grossa tem expectativa de acréscimo de 10%, passando de 31,7 mil hectares para 35 mil. Isso se deve principalmente à instalação da Maltaria Campos Gerais, a maior da América Latina. Fruto de investimentos de R$ 1,6 bilhão das cooperativas Agrária, Coopagrícola, Capal, Bom Jesus, Frísia e Castrolanda, a previsão é produzir 240 mil toneladas de malte por ano.

Os demais núcleos regionais produtores em menor escala são Curitiba, Irati, Jacarezinho, Pitanga, Apucarana, União da Vitória, Pato Branco e Francisco Beltrão.

Milho e Soja

O boletim apresenta, ainda, a previsão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) de que a produção de soja no Brasil será de 146,5 milhões de toneladas. Mato Grosso manterá a liderança, com potencial participação de 26% desse total. Mesmo com os problemas climáticos, o Paraná segue entre os principais produtores.

A previsão para a produção nacional de milho é de 110,9 milhões de toneladas, com Mato Grosso novamente liderando. O Paraná deve ocupar a segunda posição. No entanto, a segunda safra brasileira foi prejudicada pelo clima e a tendência é que nas próximas estimativas os números sejam revisados para baixo.

Fonte: AEN Foto: Gilson Abreu/AEN

b6ddb1640e40bdd68db56d48e7164c4813c0819bad11420b1fe7db253f4a5ce3

Preço da soja subiu no Paraná

A saca de 60 quilos de soja está cotada, nesta quinta-feira (18), a R$ 128,55, em baixa no litoral do Paraná (Paranaguá). 

Já entre diferentes cidades do interior do Paraná, a saca de 60kg é negociada a R$ 124,42. Para esta região, houve alta de preços.

O preço do trigo subiu no Paraná e no Rio Grande do Sul, onde as toneladas são negociadas a R$ 1.272,40 e R$ 1.214,80. 

Os valores são do Cepea.

Fonte: Brasil 61 Foto: Agência Brasil

transferir (1)

Anec eleva previsão de exportações de soja em abril, para até 14,34 milhões de t

O Brasil deve exportar entre 13 milhões e 14,34 milhões de toneladas de soja em abril, de acordo com atualização da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). O volume é superior à estimativa da semana passada, quando eram previstos embarques de 12,73 milhões de toneladas.

Para o farelo de soja, a previsão de embarques também aumentou, para 2,58 milhões de toneladas, contra 2,44 milhões de toneladas previstas há uma semana.

Câmara aprova projeto que dá benefício fiscal a produtores de milho

As exportações de milho devem se manter em 26,72 mil toneladas, enquanto a previsão para o trigo caiu para 110,59 mil toneladas, contra 140,59 mil toneladas estimadas na semana passada.

Na semana de 7 a 13 de abril, foram exportados 2,95 milhões de toneladas de soja, 371,20 mil toneladas de farelo e 24,14 mil toneladas de trigo, sem registros para o milho.

Para a semana corrente, entre 14 e 20 de abril, a Anec estima embarques de 3,32 milhões de toneladas de soja, 683,71 mil toneladas de farelo e 26,72 mil toneladas de milho, sem previsão de embarques para o trigo. As estimativas são feitas com base na programação portuária dos navios.

Fonte: Canal Rural/Estadão Conteúdo Foto: Ivan Bueno

images

Com safra batendo na porta, robusta atinge recordes e arábica avança mil pontos

A quarta-feira (17) está sendo mais um dia de grandes emoções para o produtor de café. Desde as primeiras horas da manhã, os preços avançam com suporte na preocupação com a oferta global, com o robusta ultrapassando os US$ 4 mil a tonelada e o arábica buscando 240 cents/lbp em Nova York. As variações chamam atenção do setor já que o Brasil se prepara para o início da colheita e o mercado tem a expectativa de volumes mais significativos na safra 24.

Por volta das 12h30 (horário de Brasília), no terminal de Londres, o conilon para julho/24 avançava US$ 161 por tonelada, negociado por US$ 4138, setembro/24 tinha alta de US$ 161 por tonelada, cotado por US$ 4057, novembro/24 tinha alta de US$ 155 pontos, valendo US$ 3949 e janeiro/25 avançava US$ 143 por tonelada, negociado por US$ 3827.

Em Nova York, julho/24 tinha alta de 1115 pontos, negociado por 239,70 cents/lbp, setembro/24 tinha valorização de 915 pontos, cotado por 236 cents/lbp, dezembro/24 tinha alta de 880 pontos, cotado por 234,90 cents/lbp e março/25 teve alta de 860 pontos, valendo 233,40 cents/lbp.

De acordo com analistas ouvidos pelo Notícias Agrícolas, não há mudanças nos fundamentos do mercado. O setor continua preocupado com a seca no Vietnã – que já participa pouco do mercado e está em fase de florada. A partir de agora as chuvas são determinantes para o país asiático buscar alguma recuperação na produção. Os difenciais deixam o café do Brasil mais competitivo e o dia está sendo movimentado para o setor.

Além disso, alguns analistas afirmam que a previsão de frio para o Brasil nos próximos dias também ajudam a impulsionar as cotações, apesar de os modelos meteorológicos, até a manhã desta quarta-feira (17), não indicarem riscos para geadas com intensidade forte em áreas do parque cafeeiro. As condições do tempo continuam sendo monitoradas e o produtor segue se preparando para o início da colheita.

Dando suporte aos preços, pesquisas recentes mostram que o consumo de café continua evoluindo. Durante a Covid-19 a demanda se manteve estável e a expectativa do setor é que a partir de agora ela seja mais aquecida. Segundo dados da Circana, importantes polos consumidores como Estados Unidos registraram avanço no consumo da bebida.

Fonte: Notícias Agrícolas Foto: Divulgação

transferir

Feijão-carioca danificado influencia mercado

O Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (Ibrafe) divulgou recentemente informações cruciais sobre o mercado de feijão, destacando um desafio significativo enfrentado pelos produtores e empacotadores: o feijão-carioca danificado está exercendo uma pressão negativa sobre os preços médios este ano.

Comparando os dados do ano anterior com o volume disponível a cada mês, torna-se evidente que a presença do feijão-carioca danificado está impactando as médias de preços, impedindo uma queda natural nas cotações, especialmente nos lotes de melhor qualidade.

Este período representa um momento crítico para o mercado, com agentes do setor, incluindo produtores e empacotadores, já operando nos limites de preços possíveis. Apesar dos compromissos financeiros típicos deste período, os valores em torno de R$ 250 para feijões de qualidade mediana e aproximadamente R$ 300 para os de melhor qualidade parecem razoáveis.

Entretanto, é crucial ressaltar que essas estimativas são baseadas na premissa de que a qualidade do produto permaneça mediana no Paraná e que não ocorram perdas significativas devido às condições climáticas. “Observando e comparando os preços praticados no ano passado e o volume disponível a cada mês vê-se que o Feijão-carioca danificado puxou para baixo a media de preços este ano. Este pode ser um argumento para frear a natural tendência de queda nas cotações, nos lotes de melhor qualidade. Este  é o período crítico do ano em termos de disponibilidade os agentes do mercado, produtores e empacotadores já estão no limite possível dos preços’, conclui.

Fonte: Agrolink/Leonardo Gottems Foto: Divulgação

9ea8e649-4023-409c-907c-dc0432dc48d1

Valor bruto da produção ultrapassa R$ 1,14 trilhão em março

Valor Bruto da Produção (VBP) em março deste ano foi de R$1,147 trilhão. As lavouras participaram com R$ 775,8 bilhões (67,6%) e a pecuária R$ 371,4 bilhões (32,4%). Nos últimos cinco anos o VBP cresceu 12,5%, influenciado por aumento de 36,7% da cana-de-açúcar, 55,6% do cacau, 21% do arroz e, 50% da mandioca.

Em março, a soja, o milho, a cana-de-açúcar, o café e a laranja foram responsáveis por 52% do valor total. Na pecuária, bovinos, aves e suínos representaram 25%.

No comparativo do mesmo período do ano anterior, o resultado apresenta redução de 1,4%. As lavouras sofreram diminuição no VBP de 4,4% no mês, influenciada por clima desfavorável e queda de preços, principalmente soja e milho. Já a pecuária apresentou aumento de 5,5%, favorecido pelo crescimento na suinocultura (65,4%) e avicultura (9,2%).

Segundo a Secretaria de Política Agrícola do Mapa, a atividade da agricultura e pecuária, apesar da queda no VBP em março, vem mostrando resiliência conseguindo desempenho relevante mesmo nestes momentos de crise climática e de rebaixamentos preços dos grãos, mantendo, pelo 5º ano seguido, valor acima de um trilhão de reais.

O arroz aumentou 21,8%, o feijão 18,2% e o café 17%, por conta da alta nos preços no mercado externo para o arroz e café e, redução na estimativa de produção do feijão, na segunda safra. No caso das lavouras, a cultura que teve maior redução no VBP foi a soja, com 19,8%, seguida pelo milho com 10,8%.

O Valor Bruto da Produção calcula o volume financeiro apropriado pela agricultura e pecuária brasileira, baseado na variação dos preços e da quantidade estimada de produção.

O que é o VBP?

O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária no decorrer do ano, correspondente ao faturamento dentro do estabelecimento. É calculado com base na produção agrícola e pecuária e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país dos 26 maiores produtos agropecuários nacionais.

O valor real da produção é obtido, descontada da inflação, pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), da Fundação Getúlio Vargas (FGV). A periodicidade é mensal com atualização e divulgação até o dia 15 de cada mês.

Fonte e Foto: Ministério da Agricultura

TlM2Rr6bdxvi1RfiXgkb31R7IZXvtJ9qPKLiYLKY

Congresso Brasileiro de Sementes 2024

Com o “Sementes: A Matéria-prima da Sustentabilidade”, a Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (ABRATES) promove um dos eventos mais significativos do setor de agronegócio no Brasil. Trata-se do Congresso Brasileiro de Sementes que será realizado em Foz do Iguaçu, de 10 a 13 de setembro de 2024, nas instalações do Rafain Palace Hotel.

O encontro tem como objetivo discutir o papel das sementes na geração de inovação, qualidade e rentabilidade para o setor agrícola, bem como na preservação dos recursos naturais e da biodiversidade.

Para inscrições e mais informações: https://cbsementes.com/

Soja

Comercialização da soja brasileira safra 2023/24 alcança 41,6% da produção estimada

Levantamento realizado pela DATAGRO Grãos mostra que, até o dia 5 de abril, a comercialização brasileira da safra 2023/24 de soja alcançou 41,6% da produção esperada, abaixo dos 43,0% observados em igual período do ano passado, além de muito distante dos 71,5% do recorde da safra 2019/20 e dos 57,6% da média dos últimos cinco anos.

Porém, o avanço mensal foi de 8,4 pontos percentuais, bem superior aos 2,2 p.p. registrados no mês anterior, apesar de aquém dos 9,2 p.p. em 2023 e dos 9,1 p.p. da média normal. “O ritmo melhor dos negócios ficou dentro de nossa expectativa, pois a valorização dos preços foi confirmada, além de absorver a alavancagem de recursos para a compra de insumos da safra de inverno e da safra 2024/25”, comenta Flávio Roberto de França Junior, economista e líder de conteúdo da DATAGRO Grãos.

Considerando a atual estimativa de produção em 146,3 milhões de toneladas, os produtores brasileiros negociaram, até a data analisada, 60,9 mi de t de soja. Em igual período do ano passado, esse volume de produção negociado estava maior em termos relativos e absolutos, chegando a 68,9 mi de t.

Safra 2024/25

As negociações da safra 2024/25 também andaram um pouco melhor no período analisado. O levantamento da DATAGRO Grãos aponta para 2,7% da expectativa de produção compromissada, salto mensal de 1,4 p.p., acima dos 0,9 p.p. em semelhante época do ano passado, mas abaixo dos 3,1 p.p. da média plurianual. Dessa maneira, o fluxo está aquém dos 4,3% compromissados em 2023 e muito distante dos 19,9% do recorde da safra 2020/21, além de abaixo dos 9,8% da média plurianual.

 Conforme exercício inicial realizado pela consultoria – a intenção de plantio sai em julho –, a projeção para safra 2023/4 é de 160,5 mi de t, o que representaria um crescimento de 9% ante a temporada atual.

Milho

As negociações da safra 2023/24 do milho de verão no Centro-Sul do Brasil também andaram de forma mais acelerada no período analisado. O levantamento da DATAGRO Grãos aponta para 19,9% da expectativa de produção compromissada, salto mensal de 8,4 p.p., acima dos 5,4 p.p. apontados no levantamento anterior, mas abaixo dos 16,0 p.p. em semelhante época do ano passado e dos 14,7 p.p. da média plurianual. Dessa forma, a comercialização se encontra aquém dos 25,5% compromissados em igual momento de 2023 e muito distante dos 36,0% da média normal.

“Em números absolutos, temos vendas de 3,6 mi de t, de uma safra de 18,2 mi de t. Em 2023, nessa mesma época, tínhamos vendas de 5,1 mi de t”, comenta França Junior.

A comercialização da safra de inverno 2024 da região, estimada em 81,9 mi de t, chegou a 19,5%, contra 14,4% no levantamento anterior, 22,4% na mesma data do ano passado e média plurianual de 39,2%.

Já segue nosso Canal oficial no WhatsApp? Clique Aqui para receber em primeira mão as principais notícias do agronegócio

Fonte: DATAGRO