Cooperativismo - News

Dia Internacional do Cooperativismo

No último sábado (5/7), foi celebrado o Dia Internacional do Cooperativismo. O Paraná é um dos Estados brasileiros referência em associações desta natureza. Muitos dos associados da APASEM são cooperativas e nos orgulhamos em tê-los como nossos parceiros. Juntos podemos promover os valores do cooperativismo que é pautado pela solidariedade, democracia, ajuda mútua e desenvolvimento sustentável.

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6ª Reunião Técnica do Comitê de Análise de Sementes

A Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (ABRATES) realizará sua 6ª Reunião Técnica do Comitê de Análise de Sementes no próximo dia 16 de julho, das 15h30 às 17h. O tema abordado será “Patologia de Sementes: Desafio na identificação e as experiências nas últimas safras de soja”. Para participar, é necessário ser associado à ABRATES e fazer parte do grupo do Comitê.

A reunião será online, com foco na identificação e experiências nas últimas safras de soja. A ABRATES oferece diferentes categorias de associação, com valores anuais para profissionais, empresas e estudantes.

Mais informações e inscrições: abrates.org.br.

Fonte: Abrates

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Nova gestão do Copasem: foco no fortalecimento da sanidade de sementes no Brasil

A nova gestão do Comitê de Patologia de Sementes (Copasem), vinculado à Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates), inicia seus trabalhos com uma missão clara: fortalecer a sanidade das sementes produzidas no Brasil. Diante de desafios técnicos, estruturais e regulatórios, o comitê aposta na capacitação profissional, na padronização de metodologias e na integração dos diferentes elos do setor.

À frente do comitê estão a coordenadora Norimar D´Ávila Denardin, sócia-diretora e pesquisadora do Centro de Biotecnologia na Agricultura (Cebtecagro), e a vice-coordenadora Carla Corrêa, CEO da CLC AgroCapacitação. Com foco em inovação e articulação técnica, elas conduzirão ações estratégicas que visam à produção de sementes mais sadias e seguras, essenciais para conceder caráter de sustentabilidade à agricultura nacional.

“Precisamos garantir qualidade desde o laboratório até o campo”, afirma Norimar Denardin. Segundo ela, uma das prioridades da nova gestão é criar uma rede de padronização e validação de análises fitopatológicas, envolvendo universidades e instituições de pesquisa públicas e privadas.

Entre os principais gargalos do setor estão a escassez de profissionais especializados, a limitação de recursos em infraestrutura e a falta de metodologias diagnósticas padronizadas. Norimar ressalta ainda que há um grande déficit de laboratórios bem equipados e de pessoal capacitado para operar tecnologias modernas e interpretar resultados complexos, especialmente em regiões afastadas dos grandes centros.

Ela destaca que técnicas avançadas – como as baseadas em biologia molecular, a exemplo da PCR (Reação em Cadeia da Polimerase), eletroforese, sequenciamento de DNA, hibridização, técnicas isotérmicas, como o Lamp (Loop-mediated isothermal amplification) e Elisa – demandam investimentos significativos em equipamentos, reagentes e infraestrutura, o que dificulta sua adoção em larga escala nacional.

Além disso, há escassez de técnicos aptos a operar essas tecnologias e interpretar os resultados com precisão. Esse déficit limita a realização de análises complexas e compromete a resposta à diversidade de patógenos, presente no País. “A diversidade de patógenos exige metodologias sensíveis, rápidas e precisas. No entanto, sua implementação tem enfrentado barreiras técnicas e financeiras, além de capacitação contínua das equipes ativas”, enfatiza.

A vice-coordenadora Carla Corrêa também ressalta a importância de superar resistências à adoção de novas metodologias: “Vamos atuar em parceria com agências de fomento e instituições públicas e privadas para garantir acesso à tecnologia, formação profissional e difusão do conhecimento”, afirma.

No campo prático, o Copasem pretende apoiar estratégias integradas de controle de patógenos, promovendo o uso adequado de tratamentos químicos, biológicos e físicos, além de incentivar o desenvolvimento de agentes de biocontrole mais eficazes e seguros. Segundo as coordenadoras, essas soluções exigem maior investimento em pesquisa e capacitação técnica por parte dos usuários finais.

Atualmente, o Brasil conta com laboratórios oficiais, como os do Lanagro, do Ministério da Agricultura e Pecuária, e do Instituto Biológico de São Paulo, além de aproximadamente 190 laboratórios credenciados pelo MAPA até setembro de 2023. “No entanto, nem todos estão ativos ou habilitados para o diagnóstico fitossanitário. Há também laboratórios vinculados a universidades e instituições de pesquisa públicas e privadas, mas o número total ainda é impreciso”, observa Carla.

“A situação evidencia a urgência de incentivos para manutenção e expansão desses serviços essenciais”, reforça Norimar Denardin.

O comitê pretende intensificar o diálogo com órgãos reguladores e entidades representativas, como a Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem) e as associações estaduais. A estratégia contempla ainda a ampliação da oferta de cursos, workshops e simpósios, além de incentivar a publicação de artigos científicos em periódicos como o Journal of Seed Science e o Informativo Abrates. “Nosso objetivo é atualizar e disseminar o conhecimento técnico-científico em patologia de sementes, além de conectar o Brasil a experiências internacionais que possam nos fortalecer”, afirma Carla.

A grande meta da nova gestão é consolidar o Copasem como referência nacional e internacional em sanidade de sementes.

“Superar esses desafios exige um esforço colaborativo entre instituições de pesquisa, órgãos governamentais, setor produtivo e os laboratórios, com investimentos em pesquisa, infraestrutura, capacitação e políticas públicas voltadas à área. O impacto será direto na produtividade agrícola, na segurança alimentar e na competitividade do Brasil no mercado global”, conclui Norimar Denardin.

Fonte e Foto: Abrates

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‘A evolução do agro passa pela semente’, afirma especialistas na 4ª Febrasem

Feira em Rondonópolis é considerada um dos maiores eventos do setor de sementes do Brasil. O presidente da Associação Brasileira de Sementes (Abrasem) e vice-presidente da APASEM, Paulo Pinto, durante a solenidade de abertura, pontuou que “eventos como esse nos mostram o que temos e o que está por vir”.

“Toda semente é um ser vivo”. Este é um dos pontos destacados na quarta edição da Feira Brasileira de Sementes (Febrasem), que ocorre em Rondonópolis nestes dias 11 e 12 de junho.

Conforme o presidente da Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat) e realizadora do evento, Nelson Croda, a cada ano a feira vem crescendo.

“A base das escolhas dos temas e palestrantes é com base na realidade atual da agricultura e também sobre as inovações do agro como um todo, principalmente do setor de sementes”, frisou Croda em entrevista ao Canal Rural Mato Grosso.

O evento é realizado no Parque de Exposições Wilmar Peres de Farias, em Rondonópolis. O tema deste ano é “Sementes do Amanhã”, e reúne especialistas, produtores e grandes nomes do agronegócio. Entre os nomes de peso estão Ricardo Amorim e Paulo Hermann, que são referências em economia e em agronegócio.

O presidente da Associação Brasileira de Sementes (Abrasem) e vice-presidente da APASEM, Paulo Pinto, durante a solenidade de abertura, pontuou que “eventos como esse nos mostram o que temos e o que está por vir”.

O presidente do Sistema OCB/MT e do Fórum Agro MT, Nelson Piccoli, lembrou que “toda semente também é um ser vivo” e que “a evolução do agro passa pelas sementes”.

“Vivemos várias revoluções tecnológicas que estão impactando e vão impactar em nosso dia a dia, quebrando paradigmas, mudando relações em vários níveis da sociedade”, lembrou o chefe-geral da Embrapa Soja, Alexandre Nepomuceno.

Fonte: Viviane Petroli/Canal Rural Mato Grosso Foto: Apasem

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Nova diretoria toma posse na Apasem

Presidente, diretores e conselheiros fiscais assumem posto para o biênio 2025/2027. Associação é a entidade que representa o setor de sementes no Paraná

A Associação dos Produtores de Sementes e Mudas do Paraná – Apasem tem novo presidente, diretores e conselheiros fiscais. A cerimônia de posse da instituição, que há mais de 50 anos representa o setor sementeiro no Paraná, ocorreu na cidade de Curitiba, nesta segunda-feira (9). 

Quem assume a presidência da Associação é Josef Pfann Filho, que já foi presidente da instituição em outros mandatos e atua no setor há décadas com vasta experiência no ramo sementeiro. Na cerimônia também foram conhecidos os novos diretores e conselheiros que representarão a Instituição no biênio – 2025/2027 – (confira a lista completa abaixo).

Em seu discurso de posse, Josef   frisou que a Apasem representa um setor estratégico para o crescimento e desenvolvimento do agronegócio brasileiro. “Sabemos que o setor sementeiro é um pedaço indispensável do agronegócio e por isso tudo o que acontece no mercado nacional e no internacional acaba de alguma forma refletindo em nosso dia a dia. Infelizmente o mundo atual vive uma tensão de guerras e divisões. Não podemos deixar que isso nos atinja frontalmente”, destacou Pfann enaltecendo o mercado paranaense “O agronegócio estadual é pujante e alimenta as principais cadeias mundiais – seja na produção da carne bovina, suína ou frango. Ou na produção de soja, milho e algodão onde lideramos internacionalmente. Mas se somos o celeiro do mundo, por isso como setor de sementes vamos continuar a cobrar de nossas lideranças políticas demandas as quais respeitem essa nossa essencialidade na economia e no desenvolvimento de nosso país”.

Também foi destaque em seu discurso de posse, o importante papel dos profissionais que atuarão como diretores e conselheiros fiscais na Apasem nos próximos dois anos. “Quero agradecer aos membros desta nova diretoria que aceitaram embarcar neste desafio e frisar a todos vocês, novos representantes, que estou presidente, contudo, nosso trabalho será em conjunto. Nossas conquistas e desafios serão compartilhados igualmente, assim como, compartilhamos do mesmo propósito de ter a cada dia um setor mais forte e representativo”, destacou.

Veja quem são os novos diretores eleitos para o biênio 2025/2027:

Diretor Presidente:  Josef Pfann Filho

Vice-Presidente: Paulo Pinto de Oliveira Filho

Diretor Administrativo: Roberto Destro

Diretor Institucional: Renato Aparecido Figueiroa   

Diretor Financeiro: Henrique Menarim  

Diretora de Serviços e Soluções: Luana Held Salinet

Conselho Fiscal:

Titulares – Luiz Meneghel Neto, Flávio Enir Turra e João Victor Rodrigues da Silva

Suplentes – Airton Cittolin, Rodrigo Hilbert e Gilberto Tateyama

Pulverização de soja. Foto: Gilson Abreu/AEN

Vazio sanitário da soja inicia nesta segunda no Norte, Noroeste, Centro-Oeste e Oeste

Teve início nesta segunda-feira, 2 de junho, o período de vazio sanitário da soja para as regiões Norte, Noroeste, Centro-Oeste e Oeste do Paraná, que integram a Região 2 do escalonamento definido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). A medida segue até 31 de agosto, com a liberação para o plantio da oleaginosa a partir de 1º de setembro de 2025, encerrando-se em 31 de dezembro.

Durante o vazio sanitário, é proibido cultivar ou manter plantas vivas de soja no campo. A medida visa evitar que a planta se torne hospedeira do fungo causador da ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi), principal doença da oleaginosa, devido à sua severidade, facilidade de disseminação, custo elevado de controle e potencial de reduzir a produtividade das lavouras.

No Paraná, os períodos do vazio sanitário foram escalonados em três etapas, conforme os diversos microclimas do Estado. A definição foi feita pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com o objetivo de estabelecer os períodos mais adequados para o plantio e reduzir a propagação do fungo.

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), vinculada à Secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento, é responsável pela fiscalização em todo o território paranaense, devendo aplicar as penalidades previstas em legislação aos produtores que não fizerem a erradicação das plantas vivas de soja durante o período do vazio sanitário. Também cabe à autarquia o controle e cumprimento das datas para a janela de plantio da cultura no Estado.

O Departamento de Sanidade Vegetal da Adapar (DESV) reforça que é importante que todos os agricultores adotem esse cuidado em suas propriedades. A agência destaca que a medida sanitária somente será efetiva com o monitoramento de todos os locais que possam conter plantas vivas de soja e a eliminação imediata caso alguma seja detectada.

Regiões e datas

A Portaria n.º 1.271, de 30 de abril de 2025, da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa, estabelece as normas para o vazio sanitário da soja.

Confira:

Na Região 1, que abrange os municípios do Sul, Leste, Campos Gerais e Litoral do Paraná, o vazio sanitário inicia em 21 de junho e segue até 19 de setembro. O plantio poderá ser realizado de 20 de setembro de 2025 até 20 de janeiro de 2026.

Região 2, que abrange Norte, Noroeste, Centro-Oeste e Oeste do Paraná, começa em 02 de junho e segue até 31 de agosto, com semeadura a partir de 1º de setembro e se encerrando em 31 de dezembro.

Na Região 3, que compreende os municípios do Sudoeste do Estado, o vazio sanitário começa em 12 de junho e termina em 10 de setembro. A semeadura está autorizada entre 11 de setembro e 10 de janeiro de 2026.

Fonte e Foto: Adapar

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Chapecó sedia evento com 600 especialistas no 4º Congresso de Sementes

A APASEM, nesta semana, nos dias 27 e 28, esteve em Chapecó (SC), participando do 4º Congresso de Sementes, evento técnico que se consolida como o principal encontro voltado à produção de sementes de soja e milho em Santa Catarina. Com foco em tecnologia, inovação e sustentabilidade, o congresso reuniu cerca de 600 participantes.

Realizado no Parque Dr. Valmor Ernesto Lunardi (Efapi), o congresso propôs uma agenda estratégica: discutiu o papel das sementes na construção de uma agricultura mais eficiente, tecnológica e sustentável.

Foram dois dias de palestras, debates, networking e conexões de alto nível, com a participação de mais de 50 marcas expositoras e um showroom tecnológico com o que há de mais moderno em produção, tratamento, armazenamento e comercialização de sementes.