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Lote de semente liberado sem análise correta pode custar muito à marca

A Doutora em Ciência e Tecnologia de Sementes Fátima Zorato afirma que nos dias de hoje existe uma concorrência muito acirrada no mercado sementeiro. Para ela, se não houver responsabilidade e não se verificar de fato o que está acontecendo com o lote, e se for liberado ao comércio sem a devida análise, o produtor poderá ver sua marca ficar exposta no mercado. E isso pode custar muito caro. Não é dinheiro, diz Fátima: é a marca sendo mal vista e, às vezes, demora para resgatar a credibilidade.

A mais recente edição da “Revista Apasem” publicou uma entrevista com Fátima Zorato.

Fonte: Revista Apasem

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Trabalho dos LAS precisa dar segurança a produtores

Fundamental para a tomada de decisões no mercado sementeiro, a atuação dos Laboratórios de Análises de Sementes (LAS) passa por um importante momento de harmonização no Brasil. É o que avalia a Doutora em Ciência e Tecnologia de Sementes, Fátima Zorato. Em entrevista à “Revista Apasem”, ela diz que o trabalho realizado no LAS precisa dar a segurança de que o lote analisado não trará prejuízo no momento de semeadura.

Fonte: Apasem Foto: Arquivo Apasem

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7ª edição da Revista Apasem está no ar!

A nova edição da Revista Apasem está em circulação com conteúdos relevantes para o mercado de sementes, em especial o paranaense.

Acompanhando a constante evolução do setor, a publicação mostra como a região dos Campos Gerais está se tornando um polo cervejeiro no Brasil. Além disso, traz uma entrevista com o deputado federal Pedro Lupion, que defende o agronegócio do país, uma conversa sobre a importância da análise de sementes na tomada de decisão e muito mais.

Acesse a Revista Apasem aqui!

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Adapar orienta produtores sobre ampliação no calendário de plantio da soja

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) está orientando produtores de soja, especialmente do Sudoeste, Sul e Centro-Sul, regiões mais afetadas pelas chuvas das últimas semanas, sobre a ampliação do cronograma de plantio do ciclo 2023/2024. Agora, os sojicultores podem plantar até o dia 31 de janeiro.

Segundo o coordenador do programa de Vigilância e Prevenção de Pragas em Cultivos Agrícolas e Florestais da Adapar, Marcílio Martins Araújo, a medida considera o impacto do clima chuvoso, o que dificultou o plantio nessas regiões.

“Após análise e alinhamento entre o Ministério da Agricultura e Pecuária e a Adapar, foi acatada a solicitação dos produtores, reconhecendo as condições adversas impostas pelas condições climáticas”, diz.

Para aderir à ampliação do calendário, os produtores precisam cadastrar suas áreas junto à Adapar por meio de um formulário online.

O documento que definiu as datas de plantio é a Portaria 886/2023, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Por essa norma, ficaram estabelecidos três calendários distintos para três regiões do Paraná: o Sul e o Centro-Sul (zona 1) poderiam semear até 18 de janeiro; o Sudoeste até 15 de janeiro (zona 3) e o restante do Estado até 20 de dezembro (zona 2).

As propriedades mais atingidas pelas chuvas estão dentro das zonas 1 e 3, que agora podem plantar até 31 de janeiro. No entanto, propriedades da zona 2, caso tenham sido afetadas, também podem aderir ao novo calendário.

Ferrugem Asiática

A orientação da Adapar é que os produtores permaneçam vigilantes no monitoramento da ferrugem asiática e adotem as medidas de controle recomendadas pelos profissionais de assistência técnica em suas respectivas regiões.

“A Adapar intensificará as ações de monitoramento e acompanhamento do desenvolvimento da doença nessas regiões para garantir a eficácia das medidas e preservar a produtividade da cultura da soja diante dos desafios climáticos enfrentados pelos agricultores paranaenses”, completa Araújo.

Confira as regiões e municípios que compõem a divisão.

Fonte e Foto: AEN

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Exportações paranaenses até novembro já superam números de 2022

Antes mesmo de 2023 terminar o Paraná já superou o volume financeiro de exportações de todo o ano passado. De janeiro a novembro, o Estado somou US$ 23,1 bilhões de vendas ao Exterior. O montante é 4,5% maior do que os US$ 22,1 bilhões acumulados ao longo de todos os 12 meses de 2022.

Já na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o Paraná somou US$ 20,6 bilhões nos 11 primeiros meses do ano, o resultado atual é 12,1% superior. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).

O diretor-presidente do Ipardes, Jorge Callado, avalia que o aumento das exportações em 2023 é resultado da elevação do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado, que cresceu 8,6% no primeiro semestre. “A expansão do PIB estadual no primeiro semestre conta com forte contribuição das vendas de mercadorias paranaenses ao Exterior, já que a produção interna desses itens eleva o nível de atividade econômica do Estado, causando efeitos positivos em termos de emprega e renda”, explica.

Produtos

A soja em grão segue sendo o produto paranaense mais exportado. De janeiro a novembro, o item campeão de exportação bateu a marca de US$ 5,5 bilhões comercializados. Na segunda colocação veio a carne de frango in natura, com US$ 3,3 bilhões. O terceiro produto mais exportado no período foi o farelo de soja (US$ 1,8 bilhão) e em quarto, os cereais (US$ 1,1 bilhão).

De acordo com o Ipardes, apesar da preponderância dos produtos do agronegócio na pauta de exportações do Paraná, os bens industrializados também têm importante participação na balança comercial. Como no caso dos automóveis, cujas vendas ao mercado internacional totalizaram US$ 524 milhões nos 11 primeiros meses de 2023.

Destinos

A China segue como principal destino dos produtos paranaenses no Exterior. O gigante asiático movimentou US$ 6,4 bilhões de compras do Paraná de janeiro a novembro.

Na sequência, vêm Argentina e Estados Unidos na segunda e terceira colocação, respectivamente. Enquanto o país vizinho adquiriu US$ 1,5 bilhão de itens do Paraná entre janeiro e novembro, o mercado americano comprou US$ 1,3 bilhão das empresas paranaenses no mesmo período.

Importações

As importações paranaenses de janeiro a novembro caíram, colaborando positivamente na balança comercial, que está superavitária. As compras do Exterior somaram US$ 16,7 bilhões nos 11 primeiros meses de 2023, redução de 19,3% em relação ao mesmo período de 2022, quando fechou em US$ 20,7 bilhões.

Adubos e fertilizantes lideram as importações pelo Estado, totalizando US$ 1,9 bilhão movimentado de janeiro a novembro. O volume, entretanto, é 43,5% menor do que os US$ 3,3 bilhões comprados pelo Paraná nos 11 primeiros meses de 2022.

Na segunda colocação, vêm os óleos e combustíveis, que também tiveram redução na importação. Enquanto que nos 11 primeiros meses de 2022 esses produtos movimentaram US$ 2,3 bilhões, no mesmo período de 2023 o montante caiu para US$ 1,5 bilhão – redução de 33,7%.

Outro setor cuja importação caiu é o de produtos químicos. Entre janeiro e novembro de 2023 foi importado US$ 1,1 bilhão nesse segmento, enquanto que no mesmo período de 2022 foi US$ 1,9 bilhão, representando queda de 37,5%.

Confira os dados da balança comercial aqui.

Fonte: AEN Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

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LAS Ponta Grossa é auditado pela Qualynter

O Laboratório Apasem Ponta Grossa nos últimos dias 30 de novembro e 1º de dezembro passou pela Auditoria Interna realizada pela empresa Qualynter, a qual avaliou todos os pontos referentes a aspectos gerenciais e operacionais dentro de um laboratório de sementes de acordo com a ISO 17.025 e demais legislações, IN e metodologias vigentes.

A auditoria foi feita pela profissional Marli A. Jabuonski, consultora e ministrante de treinamentos da ISO 17.025 em laboratórios de análise de sementes em todo país.

A Auditoria Interna é obrigatória a todos os laboratórios registrados no RENASEM. É a partir desse procedimentos, que são identificas as não conformidades e as oportunidades de melhorias dentro do sistema de gestão da qualidade.

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As punições previstas para quem pirateia sementes

Você sabe o que acontece com quem produz e vende sementes piratas no Brasil? A pessoa flagrada pode responder a processo administrativo em esfera estadual ou federal; ter a apreensão do produto irregular e ser condenada a pagar multas que podem chegar a 250% do valor comercial do produto.

E não para por aí não. O infrator deverá reparar os danos impetrados pelas empresas obtentoras de genética e responder às ações das empresas detentoras de biotecnologia.

Não conte com a sorte, utilize semente legal!!

Ouça Momento Apasem

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Portaria que atualiza Legislação sobre combate à pirataria de sementes é destina a dois grupos da cadeia produtiva

Em vigor desde março de 2023, a Portaria 538 atualiza a legislação sobre o combate à pirataria de sementes, atendendo às atuais necessidades do setor. De acordo com o MAPA, as normas estão destinadas a dois grupos da cadeia produtiva:

– Agentes envolvidos nas atividades de produção, certificação, beneficiamento, armazenamento, análise e reembalagem de sementes, com fins comerciais, incluindo responsáveis técnicos e amostradores;

– Agricultores que utilizam sementes como insumo, com destaque para aqueles que reservam sementes para uso próprio.

“Uma das modificações, trazida na nova portaria, está justamente na punição de quem usa ou comercializa semente pirata”, diz o Diretor Executivo da Apasem e membro do Comitê de Legislação da Abrasem, Jhony Moller.

Não conte com a sorte, utilize semente legal!!

Ouça o Momento Apasem desta semana

Fonte: Apasem Foto: Divulgação Biotrigo