Aplicativo Paraná Agro facilita acesso a dados da agropecuária paranaense -

Celepar leva ao Show Rural 2024 soluções para o produtor rural e o agronegócio

O portfólio de produtos da Celepar conta com soluções voltadas ao campo, para o produtor rural e as instituições vinculadas ao setor. Esses sistemas auxiliam os órgãos de fiscalização a ter acesso a informações sobre animais e produtos vegetais presentes no Estado ou que passam por ele.

O portfólio de produtos da Celepar conta com soluções voltadas ao campo, para o produtor rural e as instituições vinculadas ao setor. Esses sistemas auxiliam os órgãos de fiscalização a ter acesso a informações sobre animais e produtos vegetais presentes no Estado ou que passam por ele. As soluções também contribuem no monitoramento da venda e do uso de agrotóxicos, além de permitir que o produtor acesse de forma simples e rápida serviços como a comprovação de seu rebanho ou a emissão da Guia de Trânsito Animal (necessária para transportá-los).

Essas soluções serão apresentadas pela Celepar durante o Show Rural Coopavel 2024, que acontece entre os dias 5 e 9 de fevereiro em Cascavel. “Fornecemos ferramentas que fortalecem a agricultura familiar e a gestão eficiente do trânsito agropecuário. Estamos comprometidos em continuar sendo a força propulsora da transformação tecnológica no campo, contribuindo para o crescimento e a excelência do setor agropecuário paranaense”, disse o diretor-presidente da Celepar, Gustavo Garbosa.

COMPRA DIRETA – O programa Compra Direta Paraná foi criado para possibilitar que o Estado adquira alimentos de cooperativas ou associações da agricultura familiar. Esses alimentos são destinados diretamente à rede de assistência social do Estado, como restaurantes populares, cozinhas comunitárias, bancos de alimentos e hospitais filantrópicos.

O programa conta com um sistema desenvolvido pela Celepar que possibilita a realização de uma única chamada pública para aquisição dos itens alimentícios e para o atendimento às entidades beneficiárias — tudo em um único processo. A plataforma também registra todas as etapas do processo, desde o cadastro dos agricultores e a apresentação das propostas de fornecimento até a classificação das organizações, a habilitação e o controle da execução de cada contrato.

Em 2024, o programa Compra Direta vai contemplar 179 pequenas cooperativas e associações da agricultura familiar com vistas à entrega de produtos alimentícios no início deste ano. O investimento será de quase R$ 60 milhões.

SISTEMA DE DEFESA SANITÁRIA ANIMAL – Em atividade há mais de 20 anos, o Sistema de Defesa Sanitária Animal tem como um de seus principais serviços a geração da Guia de Trânsito Animal, documento obrigatório para que o produtor rural possa transportar animais. Mensalmente, são emitidas cerca de 140 mil guias.

Com esses documentos, os fiscais da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) podem acompanhar a movimentação de rebanhos. Por meio desse sistema, a Adapar também pode acessar informações como quais espécies um produtor explora, o saldo de animais e as certificações e habilitações necessárias em cada propriedade.

SISTRAN – O Sistema de Trânsito Agropecuário, também criado pela Celepar, ajuda a manter os registros de todo trânsito animal, de produto vegetal e de produtos de origem animal no Paraná. Atualmente, há cerca de 5,5 mil registros mensais de movimentação de animais e produtos vegetais que entram ou saem do Paraná.

Além disso, a ferramenta permite o controle dos corredores sanitários para o trânsito de animais de outros estados, que são importantes para a manutenção da área livre de febre aftosa no Paraná. O Estado recebeu em 2020 o reconhecimento nacional de livre de febre aftosa sem vacinação e, em maio de 2021, o reconhecimento internacional pela Organização Mundial da Saúde Animal.

SISTEMA DO PRODUTOR – O Sistema do Produtor é uma ferramenta útil para quem possui animais de produção. Os criadores podem acessar o sistema para fazer a atualização cadastral do seu rebanho, exigida pela Adapar. Os produtores também podem usar a plataforma para comprovar seu rebanho durante as campanhas de comprovação.

PARANÁ AGRO – A Celepar desenvolveu o aplicativo Paraná Agro para facilitar o dia a dia dos produtores. Com a plataforma, eles têm acesso a dados e serviços da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento. Estão disponíveis, por exemplo, atualizações diárias de preços de produtos em diversas regiões do Estado, preços de terras nos municípios, números da produção paranaense e o Valor Bruto de Produção. O Paraná Agro ainda pode ser usado para fazer a atualização cadastral de rebanhos.

Com apoio do Estado e prêmio internacional, Hackathon no Show Rural abre inscrições

SISTEMA DE DEFESA SANITÁRIA VEGETAL – O sistema pode ser usado por produtores rurais para a emissão da Permissão de Trânsito Vegetal — são cerca de 3 mil emitidas mensalmente. A ferramenta também centraliza informações de todo o estoque de produtos de origem vegetal certificados no Paraná. Hoje, há 540 tipos de produtos controlados pelo sistema.

SIAGRO – O sistema de monitoramento do comércio e uso de agrotóxicos é responsável pelo monitoramento do comércio e do uso de agrotóxicos no Paraná. Ele armazena informações de todos os receituários e vendas de agrotóxicos, fertilizantes e adjuvantes no estado. Cerca de 80 mil vendas são cadastradas mensalmente. O sistema ainda provê serviços ao CREA, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná, para monitoramento de profissionais do setor.

Texto e fotos – Agência Estadual de Notícias do Paraná

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Colheita de soja atinge 8,6% da área no Brasil, diz Conab

Dez estados já iniciaram a retirada da oleaginosa do campo, sendo Mato Grosso o que tem os trabalhos de campo mais avançados

A colheita da safra brasileira de soja 2023/24 atingia 8,6% da área plantada no país no último sábado (27), informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em levantamento semanal de progresso de safra.

O avanço é de 3,4 pontos percentuais na comparação anual e de 3,9 pontos percentuais em uma semana.

Dez estados já iniciaram a retirada da oleaginosa do campo, sendo Mato Grosso o que tem os trabalhos de campo mais avançados, com 18,9% da área colhida.

O plantio da oleaginosa ainda não terminou. A semeadura avançou 0,3 ponto percentual na semana, alcançando 99,4% da área estimada no Brasil. Há atraso, contudo, de 0,3 ponto percentual em relação a igual período do ano passado, quando 99,7% da área estava semeada.

O cultivo ainda está em andamento em Goiás (99,8%), Rio Grande do Sul (99%), Piauí (99%), Santa Catarina (94%) e Maranhão (89%).

Milho

O cultivo de milho verão do ciclo 2023/24 alcançava no sábado 92,4% da área estimada para o Brasil, 5,4 pontos percentuais atrás do reportado no período equivalente da temporada anterior.

Os trabalhos avançaram 2 pontos percentuais ante a última semana. Nos estados ainda em fase de plantio, a semeadura está mais avançada no Rio Grande do Sul (98%). A colheita da primeira safra de milho alcançou 10,4% da área plantada no país, avanço de 1,8 ponto percentual na semana e de 2,6 pontos percentuais entre as temporadas.

Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo começaram a retirada do cereal do campo, com, respectivamente, 30%, 13% e 8% da área colhida.

A Conab informou ainda que o plantio da segunda safra 2023/24 de milho atingia 10,3% da área prevista no sábado, avanço de 5,3 pontos percentuais na semana e 6,4 pontos porcentuais à frente de igual período da temporada anterior. Mato Grosso (17,9%) e Paraná (8%) lideram o plantio das lavouras de inverno do cereal.

A safra de algodão 2023/24 teve 77% da área prevista semeada, avanço de 20,4 pontos porcentuais na semana e de 12,6 pontos porcentuais entre as safras. Entre os estados que ainda cultivam a pluma, os trabalhos de campo estão mais avançados no Piauí (90%) e mais lentos em Mato Grosso, com 75,2% das lavouras previstas ocupadas.

Texto – Canal Rural

Foto Gazeta

Paraná perde 3,4 milhões de toneladas de grãos e prejuízos no campo passam de R$ 5,6 bi

O relatório mensal divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab) confirmou a perda de 3,4 milhões de toneladas da safra de verão 2023/2024. Considerando apenas as três principais culturas – soja, milho e feijão, que concentram cerca de 90% das perdas – os prejuízos somam mais de R$ 5,6 bilhões.

Fatores climáticos adversos foram os principais responsáveis, com excesso de chuva em determinados períodos e escassez dela em outros, somada às altas temperaturas, principalmente entre o fim do ano passado e as primeiras semanas deste ano.

No início do atual ciclo, em agosto de 2023, o Deral estimava colheita de 25,5 milhões de toneladas de todos os grãos. Agora essa expectativa baixou para 22,1 milhões de toneladas, retração de 15%.

A cultura com maior perda foi a soja, com 11,9% de quebra. A expectativa era colher 21,8 milhões de toneladas e agora se esperam 19,2 milhões, resultando em 2,6 milhões de toneladas perdidas no campo e prejuízo de R$ 5 bilhões, considerando o valor médio praticado pela saca no estado, R$ 115 nesta semana, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

A Previsão Subjetiva de Safra (PSS) revelou ainda que a área destinada à oleaginosa no Paraná foi menor que a projetada. Em vez de 5,8 milhões de hectares, foram 5,7 milhões de hectares. Um dos motivos apontados para a retração foi a janela de cultivo mais curta em algumas regiões.

Segundo o Deral, a colheita de soja atingiu 12% da área total. Do que segue no campo, 61% estão em condição boa, 31% mediana e 8% ruim. “Era uma situação [de perdas] que infelizmente estávamos prevendo”, disse o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.

De acordo com ele, este cenário pode se agravar nos próximos boletins. “O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos e a Conab também já vinham falando das perdas e acreditamos que as próximas avaliações devem reduzir mais as perspectivas da safra brasileira e mundial”, avaliou.

A segunda principal cultura de verão no estado, o milho, também apresentou quebra. Com apenas 291,5 mil hectares destinados à cultura, o estado esperava colher 2,9 milhões de toneladas, volume que baixou para 2,6 milhões, tendo como consequência retração de10,3% e prejuízo de R$ 350 milhões (valor médio da saca de R$ 63).

O fator de alívio no campo foi a chuva dos últimos dias. O principal benefício será, segundo o Deral, para o plantio do milho segunda safra. O Paraná espera colher 14,5 milhões de toneladas deste cereal no ciclo de inverno, segundo o analista do Deral, Edmar Gervásio.

Ao menos 2,3 milhões de hectares devem ser destinados à cultura. O plantio iniciou e está mais avançado nas regiões oeste, sudoeste e noroeste do estado, mas a intensificação da semeadura deve ocorrer no início de fevereiro.

A finalização do cenário no estado considera ainda as perdas com feijão e outros grãos com menores áreas. A produção de feijão registra quebra de 28%. Em agosto de 2023 a previsão de colheita era de 216 mil toneladas, agora são 156,4 mil toneladas numa área de cerca de 113 mil hectares. Os prejuízos no setor beiram os R$ 313 milhões, considerando o valor médio da saca (R$ 315).

Técnicos da Conab avaliam perdas na safra brasileira

Técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) terminaram de colher informações para o 5º Levantamento da Safra de Grãos 2023/24. “O Boletim, contendo os dados coletados, será divulgado no dia 8 de fevereiro”, anunciou o órgão.

Pelo último levantamento, publicado dia 10 de janeiro, a produção brasileira esperada era de 306,4 milhões de toneladas, mas as perdas em cenário nacional também vinham sendo registradas ao longo dos meses.

A previsão produtiva da safra brasileira de grãos em novembro de 2023, de acordo com a Conab, era em 316,7 milhões de toneladas, retração de cerca de 10,3 milhões de toneladas em dois meses, com base no boletim do início de janeiro.

Texto e Foto – Gazeta do Povo

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Ágide Meneguette é reeleito presidente da FAEP para o triênio 2024/27

O engenheiro agrônomo recebeu os votos de 103 sindicatos na eleição realizada nesta segunda-feira (29)

A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) vai ser comandada por Ágide Meneguette no triênio 2024/27. O engenheiro agrônomo recebeu os votos de 103 sindicatos dos 109 presentes na eleição realizada nesta segunda-feira (29), na sede da FAEP, em Curitiba. Ainda, foram cinco votos contrários e um em branco. A eleição teve chapa única. O mandato da nova gestão tem início no dia 11 de março.

Após eleito, Meneguette destacou as prioridades para os próximos três anos, principalmente em relação ao fortalecimento do sistema sindical rural paranaense.

“Os últimos episódios, como a tentativa da taxação do agro pelo governo estadual e a proposta de incluir os recursos no Sistema S no orçamento da União, mostram que o setor precisa estar unido. Em ambos os casos só conseguimos evitar as manobras por termos um sistema sindical rural rápido, forte e unido, com atuação ativa dos sindicatos na base”, destacou o presidente reeleito. “Esses episódios comprovam que foi acertada a nossa decisão, adotada lá atrás, de reforçar a atuação dos sindicatos rurais para enfrentar problemas que venham atingir nossa classe. Tenho certeza que estamos nos saindo bem”, complementou.

Ainda, Meneguette ressaltou o papel dos sindicatos rurais na defesa dos interesses dos milhares de agricultores e pecuaristas do Paraná. “As lideranças dos nossos sindicatos rurais perceberam a importância da representatividade dos produtores em seus municípios e a sua força em questões estaduais e nacionais. Por conta disso, vamos continuar dando o total e amplo apoio aos nossos sindicatos rurais”, afirmou Meneguette.

Biografia

Nascido em Maringá, Ágide Meneguette é engenheiro agrônomo formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Com um longo histórico de atuação na defesa do setor agropecuário do Paraná, Meneguette já exerceu os cargos de presidente do Diretório Acadêmico do Setor de Ciências Agrárias da UFPR (1974 a 1975); presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado do Paraná (1978 a 1980); presidente do Sindicato Rural de Maringá (1989 a 1991); vice-presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) por três anos; – Presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/PR por duas vezes; e presidente da Federação da Agricultura do Estado do Paraná, desde 1991.

Em função da sua atuação no setor agropecuário paranaense, Meneguette já recebeu o título de cidadão honorário e/ou benemérito do Paraná, de Maringá, de Uniflor, de Presidente Castelo Branco, de Mandaguaçu e de Curitiba, além da comenda da Ordem do Pinheiro Estadual.

Diretoria

Presidente: Ágide Meneguette

Vice-Presidente: Guerino Guandalini          

Vice-Presidente: Francisco Carlos do Nascimento

Vice-Presidente: Oradi Francisco Caldato

Vice-Presidente: Lisiane Rocha Czech

Vice-Presidente: Ágide Eduardo Perin Meneguette

Vice-Presidente: Nelson Gafuri

Diretor Secretário: Livaldo Gemin

2º Diretor Secretário: Ivo Pierin Júnior

Diretor Financeiro: Paulo José Buso Júnior

2º Diretor Financeiro: Mar Sakashita

Suplentes

Ivonir Lodi                 

Fernando Volpato Marques

Edmilson Roberto Rickli

Gustavo Ribas Netto             

Edson Dornellas                   

Celso Stedile

Gayza Maria de Paula Iacono          

Ricardo de Aguiar Wolter                

Eliseu Fernado Telli              

José Mendonça

Paulo Ricardo da Nova 

Conselho Fiscal

Efetivos

Sebastião Olimpio Santaroza

Aristeu Kazuyuki Sakamoto

Walter Ferreira Lima

Suplentes

Braz Reberte Pedrini

Marco Antonio Esquicato

Luiz Andre Boranel

Delegados Representantes

Ágide Meneguett

Rodolpho Luiz Werneck Botelho

Cezar Augusto Massaretto Bronzel

Eduardo Medeiros Gomes

Capim-Capeta-

Capim capeta: especialista ensina a controlar praga da pecuária

O controle do capim capeta é uma das preocupações mais debatidas atualmente, sendo um dos desafios na gestão de pastagens

 capim capeta (Urochloa plantaginea) é uma planta daninha altamente agressiva que pode causar grandes prejuízos à produtividade das pastagens.

Também conhecido como ‘capim-pt’, ‘bufa-de-mineiro’, ‘barba-de-paca’, ‘luca’ ou ‘barbante’, o capim Capeta está se tornando a maior ameaça para a pecuária no país. Essa planta invasora tem atormentado a vida dos pecuaristas.

Ss plantas invasoras, como o capim-capeta, se espalham principalmente quando há algum tipo de manejo deficiente nas pastagens. Por isso, os pecuaristas devem ter uma atenção especial em suas áreas de pasto para evitar dar espaço a essas plantas invasoras.

ara compartilhar conhecimento e estratégias sobre o tema, o Giro do Boi recebeu no estúdio Wagner Pires, engenheiro agrônomo, pós-graduado pela Esalq-USP e uma autoridade reconhecida no manejo de pastagens.

Em busca de respostas eficazes, Pires enfatiza que o controle do capim capeta exige persistência e um plano de ação bem estruturado.

A planta pode parecer inofensiva, mas cada touceira é capaz de produzir cerca de 200 mil sementes, espalhando-se por vastas áreas se não gerida corretamente.

O especialista recomenda o uso de herbicidas específicos, como a atrazina e a mesotriona, aplicados com precisão para evitar danos às culturas desejadas, como o capim quicuio.

Texto e Foto – Canal Rural  

Estação do IDR-Paraná em Palmas explora sistema inovador de manejo de macieiras - Na foto, de blusa preta é o Clandio Medeiros da Silva e o com uniforme do IDR-Paraná é o bolsista de pesquisa do IDR-Paraná Felipe Silva Campos

Estação do IDR-Paraná em Palmas explora sistema inovador de manejo de macieiras

Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná adotou o sistema Guyot duplo invertido em sua estação experimental. Método garante melhor eficiência, maior aeração e insolação nas plantas, que produzem frutos com mais qualidade e facilita a colheita.

Com o avanço cada vez maior das atividades mecânicas na agricultura, foi preciso inovar na forma de plantio e manejo de algumas plantas, visando garantir melhor eficiência da atividade, qualidade dos frutos e facilitar a colheita. Entre elas a maçã. Nesse caso, o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) adotou o sistema Guyot duplo invertido em sua estação experimental de Palmas, na região Sul do Estado, com resultados iniciais positivos.

O Guyot duplo consiste em conduzir a planta para que os galhos se estendam em direções opostas como se fosse um “y”, formando uma espécie de muro frutal. Ela difere do método tradicional conhecido como “líder central”, em que as plantas são distribuídas no terreno com espaçamento amplo e manejadas com podas para ganhar formato cônico.

O novo formato visa também facilitar a tendência que já se observa de colheita mecânica da fruta. “Está muito difícil contratar mão de obra para a tarefa de colheita dos frutos, pois é um trabalho complexo e que exige tempo e esforço físico, fora os riscos ao precisar subir em escadas para pegar as frutas mais altas”, disse o pesquisador Clandio Medeiros da Silva, do IDR-Paraná.

Nesse sistema, a poda das plantas é simples de ser conduzida, reduzindo o número de horas trabalhadas no pomar e diminuindo o custo da produção.

O pesquisador cita também outros benefícios do método Guyot. “Esse sistema proporciona maior aeração e insolação nas plantas, o que acelera a maturação das frutas, reduz a incidência de doenças e melhora a coloração das maçãs, fora o ambiente de trabalho mais seguro, pois não há necessidade de escadas, que são utilizadas para colheita das frutas em outros sistemas de condução”, afirmou.

MAÇÃ NO PARANÁ – A produção de maçã é altamente representativa para alguns municípios do Paraná, como Palmas, na região Sul, onde responde por 32% do Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária. Em 2022 foram produzidas 8.489 toneladas em 353 hectares, gerando valor de R$ 16,7 milhões.

Na Lapa, município da Região Metropolitana de Curitiba, a maçã foi valorada em R$ 10 milhões, correspondente a 19,2% do VBP municipal. Foram produzidas 5.100 toneladas em 170 hectares. Também expressiva é a produção em Campo do Tenente, na mesma região. Em 2022 foram 4.500 toneladas em 143 hectares, gerando R$ 8,8 milhões (17% do VBP municipal).

No Estado, a cultura da maçã foi desenvolvida de forma comercial em 35 municípios. Juntos eles somaram R$ 52,2 milhões de VBP. O Estado plantou 984,6 hectares da fruta e colheu 26.291 toneladas.

Texto e foto – AEN

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Marketing e as sementes de plantas de cobertura

A edição XXVIII – de janeiro de 2024 da Revista Seed News, traz um artigo assinado por Jean Carlos Possenti o qual fala do quanto é importante –  para que atua no agronegócio –  independentemente da atividade, ter conhecimento sobre conceitos de marketing voltado a sementes de plantas de cobertura. Segundo o autor isso contribui diretamente para o amadurecimento e iniciativas do setor como um todo.  

Você pode acessar o artigo na integra no link: https://seednews.com.br/artigos/4383-marketing-e-as-sementes-de-plantas-de-cobertura-edicao-janeiro-2024

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Trigo: produtor segue atento às atividades de campo

As atenções de produtores seguem voltadas à colheita da safra verão e ao cultivo de segunda safra, especialmente de milho.

Segundo pesquisadores do Cepea, esses agentes realizam vendas de trigo apenas quando há necessidade de “fazer caixa” e/ou de liberar espaço em armazéns.

Do lado demanda, somente compradores que precisam repor estoques estão mais ativos. Assim, as negociações do grão vêm ocorrendo em ritmo lento.

Quanto aos preços, as cotações internas continuam em queda na maioria dos estados, especialmente no mercado balcão (ao produtor).

Fonte: Canal Rural Foto: Divulgação

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BR-376 é liberada totalmente após interdição preventiva

A BR-376, principal ligação entre o Paraná e o litoral de Santa Catarina, foi liberada totalmente, em ambos os sentidos, à 6h40 desta quinta-feira (25).
A concessionária Arteris Litoral Sul informou que, após levantamento realizado em campo no início do dia, foi possível a reabertura da rodovia, em condições seguras. A decisão foi tomada em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A BR-376 havia sido bloqueada totalmente, por volta das 22h desta quarta-feira (24), na região de Guaratuba, no litoral do Estado. O bloqueio foi preventivo, na altura do km 668+800, por causa do cenário de fortes chuvas dos últimos dias na região.

A concessionária informa que segue monitorando a rodovia, assim como as condições climáticas e que preza pela segurança dos usuários. Novos bloqueios preventivos poderão ocorrer nos próximos dias.

As condições de tráfego em todo o trecho administrado pela Arteris Litoral Sul podem ser acompanhadas em tempo real pelo Twitter @Arteris_ALS. Para informações ou solicitações de serviços, basta ligar para 0800 725 1771, que funciona 24 horas por dia.

Fonte: CBN Foto: Divulgação

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BR-277 é interditada na Serra do Mar após deslizamentos

A BR-277 foi completamente interditada na madrugada desta quinta-feira (25), na Serra do Mar, após deslizamentos de terra e pedras causados pela chuva.

Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), as pedras descolaram das encostas na altura do km 39, por volta das 3 horas da manhã.

Devido aos riscos observados no trecho, a BR-277 foi fechada preventivamente em dois pontos: no sentido litoral, no km 59; e no sentido Curitiba, no km 32.

Até o momento, não há previsão de liberação da BR-277. Por volta das 5h30, ainda chovia forte na Serra do Mar, na região dos deslizamentos.

Em Guaratuba, na BR-376, a chuva diminui nesta manhã. Por isso, por volta das 6h30 desta quinta-feira (25), os bloqueios preventivos foram liberados.

Fonte: Band News Foto: Divulgação PRF