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Leandro Daniel Cobacho é palestrante confirmado para o 1º WORKLAS APASEM

O Engenheiro Agrônomo Leandro Daniel Cobacho confirmou presença para o 1º WORKLAS APASEM. O profissional é Gerente de Operações Brasil da ZoomAgri e responsável pelo início das operações e estabelecimento da empresa no Brasil.

O 1º WORKLAS APASEM, evento inovador voltado ao setor de Laboratório de Análise de Sementes no Brasil, irá acontecer nos dias 3, 4 e 5 de dezembro de 2024.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo aqui.

Associados Apasem têm valor diferenciado. Basta solicitar o ‘voucher de desconto’ por meio do e-mail comunicacao@apasem.com.br

O evento, que será realizado no Aurora Shopping em Londrina, contará com palestras de especialistas, que irão demonstrar novas tecnologias, discussões sobre novas legislações, além de oferecer oportunidades valiosas para troca de informações e networking.

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Show Rural investe em obras para melhorar experiência de visitantes

Avançam os preparativos para a 37ª edição do Show Rural Coopavel, evento que reafirma o Oeste do Paraná como um dos principais polos do agronegócio mundial. De 10 a 14 de fevereiro de 2025, visitantes do Brasil e do exterior terão acesso a um espaço renovado, com melhorias que reforçam o compromisso da Coopavel com a inovação, a sustentabilidade e a excelência em infraestrutura. “Melhorar continuamente é uma das regras que fazem o sucesso do Show Rural, referência em inovações e tendências para o agronegócio”, destaca o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli.

Com o objetivo de garantir mais conforto e eficiência à experiência de visitantes e expositores, várias obras físicas acontecem no parque e serão entregues já para a 37ª edição. O restaurante do parque está em ampliação em 500 metros quadrados, permitindo o atendimento de mais mil pessoas por refeição. A área de entrega de bebidas é reformulada para otimizar o fluxo, enquanto novos buffets, mesas e utensílios foram adquiridos para manter o alto padrão de qualidade em uma estrutura com capacidade para servir mais de 40 mil refeições diariamente.

A mobilidade no parque também recebe melhorias. São mais de seis mil metros quadrados de ruas asfaltadas. Uma das novidades mais aguardadas é a cobertura da Rua 10, que conecta o Portal 4 ao Pavilhão da Agricultura Familiar. Com 400 metros lineares, essa obra, viabilizada em parceria com a Barigui/Volkswagen, eleva para mais de 6,2 mil metros quadrados a área coberta do parque, garantindo conforto aos visitantes em qualquer condição climática, observa o coordenador geral Rogério Rizzardi.

Para ônibus

Para receber caravanas de todo o Brasil e de outros países será criado um estacionamento exclusivo para ônibus com capacidade para 400 veículos. Estrategicamente localizada, a nova estrutura promete praticidade e organização para os grupos que participam da maior mostra de tecnologia para o campo da América Latina.
Outro destaque é o barracão de 1,2 mil metros quadrados dedicado à gestão de resíduos. Essa estrutura permitirá separação e correta destinação de materiais antes, durante e depois do evento, reforçando o compromisso da cooperativa e do evento técnico com práticas ambientalmente responsáveis.

Evolução

Com essas inovações e investimentos, o Show Rural Coopavel segue como referência global, combinando hospitalidade, tecnologia e respeito ao meio ambiente, reforça o presidente Dilvo Grolli. O tema da 37ª edição será Nossa natureza fala mais alto.

Fonte e Foto: Assessoria de Imprensa Coopavel

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Paraná encerra colheita de cevada, última cultura de inverno, com 286 mil toneladas

As condições climáticas ajudaram nesta última semana e a colheita de cevada da safra de inverno 2023/24 está encerrada no Paraná. A estimativa atual indica produção de 286 mil toneladas, superando em 8% as 265,4 mil toneladas do ciclo anterior. A regional de Guarapuava, ainda que tenha plantado área inferior à de Ponta Grossa, manteve a hegemonia na produção do cereal.

Esse é um dos assuntos do Boletim de Conjuntura Agropecuária preparado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

A cevada foi cultivada em 78 mil hectares do Paraná, área 7% inferior aos 83,5 mil hectares semeados no período 2022/23. Mesmo com a produção superior à desse período, as 286 mil toneladas ficaram aquém da estimativa inicial de produção, que era de 340 mil toneladas, resultado das condições de tempo não favoráveis durante o desenvolvimento das plantas.

Parte dos municípios prejudicados pelo tempo mais seco estava na região de Ponta Grossa que, pela primeira vez, havia superado Guarapuava em área de plantio. Em consequência disso, não houve alteração referente à produção e esta última regional continua como a principal produtora de cevada, com aproximadamente 124 mil toneladas.

Segundo o analista de cevada no Deral, Carlos Hugo Godinho, a qualidade do produto este ano tende a ser melhor que a da safra anterior. “Os primeiros indicativos dão conta de que haverá uma fração mais significativa de produto com padrão para fabricação de malte do que o obtido em 2023”, disse.

Praticamente 30% do que foi colhido no ano passado teve como destino a ração, em razão das chuvas excessivas. Isso limitou a oferta de cevada paranaense para as indústrias. Em consequência, a importação alcançou 363 mil toneladas até outubro deste ano. O volume supera em muito as 165 mil toneladas importadas no ano todo de 2023.

Batata

A batata é a primeira cultura de verão a ser colhida no Paraná. Nesta primeira safra 2024/25 foram semeados 16,6 mil hectares, dos quais já foram colhidos 342 hectares. A expectativa é que ao final do processo sejam extraídas 527,9 mil toneladas, volume 34% superior às 393,7 mil toneladas da primeira safra 2023/24.

A Ceasa Curitiba iniciou a semana com a saca de 25 quilos de batata cotada a R$ 85,00, ou R$ 3,40 o quilo. Esse preço no atacado está 34,6% abaixo em relação ao mesmo período da semana passada e 15% inferior à cotação do mês anterior.

No varejo os preços de outubro tiveram aumento de 23,8% e passaram a R$ 6,40 o quilo, contra R$ 5,17 de setembro. “Com a evolução das colheitas e com um regime hídrico adequado até o presente, à medida que a nova safra entrar no mercado os preços ao consumidor final tendem a arrefecer”, salientou o engenheiro agrônomo Paulo Andrade, do Deral.

Soja

O boletim registra ainda que nos primeiros dez meses deste ano as exportações paranaenses do complexo soja tiveram aumento de 11,7% comparado com o mesmo período de 2023. Foram 15,1 milhões de toneladas ante 13,5 milhões de toneladas. A exportação da soja em grão apresentou o maior crescimento, seguido do farelo.
Em relação à safra, as perspectivas são de boa produção, com possibilidade de se atingir mais de 22 milhões de toneladas. No campo o plantio dos 5,8 milhões de hectares se aproxima do fim. As lavouras já plantadas apresentam bom desenvolvimento.

Fonte: AEN Foto: Gilson Abreu

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Paraná Mais Verde: Estado vai reestruturar viveiros e laboratórios de sementes

Depois de alcançar a marca de 10 milhões de mudas de espécies nativas distribuídas desde 2019, o programa Paraná Mais Verde tem novos planos para 2025. O principal deles é dar início ao processo de modernização e renovação das estruturas dos 19 viveiros e dois laboratórios de sementes responsáveis por abastecer o projeto, garantindo a restauração do maciço verde do Estado – cerca de 29% do território paranaense é composto por florestas, com predominância do bioma Mata Atlântica.
O investimento estimado é de R$ 35 milhões, com recursos oriundos da compensação pelo acidente ambiental causado pela Petrobras em 2000 em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, liberados neste ano pela Justiça Federal.

Outro objetivo é a expansão dos arboretos, espaços exclusivos para a proteção da diversidade arbórea, possibilitando que os visitantes aprendam sobre os diferentes usos da floresta, bem como sua interação com o meio ambiente. Serão quatro pontos a mais até o fim do ano que vem, totalizando nove jardins. O Paraná Mais Verde é coordenado pelo Instituto Água e Terra (IAT), autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).
“Essas mudas vão para todo o Estado, muitas delas com a função de recuperar matas ciliares. Hoje, o Paraná tem aproximadamente 30% de cobertura com florestas nativas e estamos trabalhamos para aumentar ainda mais esse número, de preferência com muitos pés de pinheiro”, afirmou o secretário estadual do Desenvolvimento Sustentável, Everton Souza.

O projeto de reestruturação dos viveiros florestais e laboratórios de sementes administrados pelo IAT tem como objetivo principal o aprimoramento do arcabouço de produção de mudas do Estado, buscando como metas a ampliação da área de coleta e da diversidade de sementes; o aumento na produção anual e no fornecimento de mudas; e a redução do consumo de água e energia nos espaços, entre outras ações.

As melhorias virão para acompanhar a crescente demanda por mudas no Paraná. A estimativa do Instituto é que a distribuição de mudas no ano que vem será maior do que o total deste ano, que foi de 2 milhões de plantas até outubro.

“Ao melhorar essas estruturas, consequentemente propiciaremos um incremento na produção de mudas e fornecimento delas para a população. Tudo isso para cumprir os objetivos do Paraná Mais Verde de despertar a consciência ambiental e aliar desenvolvimento ambiental, econômico, e social”, explicou a bióloga do IAT, Roberta Gibertoni.

Além de reformas nas estruturas, o pacote inclui a aquisição de equipamentos para coleta, beneficiamento e transporte das sementes, sistemas de monitoramento para os perímetros dos viveiros, refrigeradores, painéis solares, estufas agrícolas e automatização dos sistemas de irrigação. A previsão é que a reestruturação completa seja finalizada até 2027.

Arboreto

Junto às reformas nos viveiros, o Paraná Mais Verde planeja inaugurar quatro novos arboretos no Estado em 2025, nos viveiros de mudas do Instituto em Pato Branco, no Sudoeste, e Umuarama, no Noroeste; e em duas Unidades de Conservação estaduais (UCs) ainda a definir.
Os arboretos são locais abertos ao público, destinado à educação ambiental, pesquisa e fins recreativos, como uma sala de aula ao ar livre, onde pode ser transmitido o conhecimento técnico sobre espécies florestais. As visitas precisam ser marcadas previamente.
Atualmente, o IAT possui cinco desses espaços em operação, nos viveiros de mudas de Curitiba, Jacarezinho, Campo Mourão e Ivaiporã, e no Parque Estadual do Palmito, em Paranaguá.

Viveiros

Os viveiros administrados pelo Instituto Água e Terra estão localizados em São José dos Pinhais, Engenheiro Beltrão, Salgado Filho, Cascavel, Cornélio Procópio, Guarapuava, Fernandes Pinheiro, Ivaiporã, Jacarezinho, Morretes, Ibiporã, Mandaguari, Pato Branco, Tibagi, Pitanga, Paranavaí, Toledo, Umuarama e Paulo Frontin. Já os laboratórios de sementes ficam em São José dos Pinhais e em Engenheiro Beltrão.

Paraná mais verde

O programa incentiva o plantio de mudas de espécies nativas do Paraná como forma de aliar o desenvolvimento ambiental, econômico e social, bem como incentivar a população a plantar árvores, seja em área urbana ou rural, para colaborar no equilíbrio do clima. As mudas são plantadas em áreas que precisam ser recuperadas ou melhor arborizadas.

São seis linhas de ação: Revitaliza Viveiros, Viveiros Socioambientais, Incentivo a Espécies Ameaçadas de Extinção, Datas Comemorativas, Parques Urbanos e Poliniza Paraná.

Fonte: AEN Foto: Denis Ferreira Netto

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Técnicos realizam levantamento de campo para estimar a próxima safra de grãos no Brasil

Os trabalhos de campo para o 3º Levantamento de Grãos da Safra 2024/2025 já estão em andamento. Nesta semana, técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estão percorrendo as lavouras de diversas regiões do Brasil para coletar dados e estimar a área plantada, a produtividade e as condições das culturas. As visitas incluem todos os estados produtores do país, como Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Piauí, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe, Tocantins e o Distrito Federal.

Além da coleta de dados em campo, a Conab também realiza consultas remotas com colaboradores locais, incluindo produtores, cooperativas, entidades de assistência técnica, empresas de insumos e comercialização, entre outros. O levantamento também é complementado por imagens de satélite, por meio de georreferenciamento, para fornecer uma análise mais precisa da área plantada e da produtividade esperada.

Nesta edição, serão analisadas informações sobre a área cultivada, o percentual de plantio, as condições das lavouras, o estádio de desenvolvimento das culturas e a oferta e demanda por insumos e crédito rural. As culturas monitoradas especialmente em campo serão soja, milho, arroz e feijão, além da finalização da colheita das culturas de inverno, como o trigo.

Os dados atualizados do 3º Levantamento serão divulgados no dia 12 de dezembro de 2024.

Fonte: Conab Foto: Divulgação

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Trigo em alta nas bolsas internacionais

O mercado de trigo voltou a registrar altas significativas nesta quarta-feira (20), impulsionado pela intensificação do conflito entre Rússia e Ucrânia, segundo análise da TF Agroeconômica. Na Bolsa de Chicago (CBOT), o contrato de dezembro de 2024 do trigo brando SRW, de interesse para produtores e exportadores brasileiros, subiu 0,50%, ou 2,75 cents/bushel, fechando a $552,50.

Já o contrato de março de 2025 avançou 0,79%, ou 4,50 cents/bushel, para $572,25. Em Kansas, o trigo duro HRW de dezembro teve alta de 0,63% (3,50 cents/bushel), cotado a $561,75, enquanto o trigo HRS de Minneapolis subiu 0,89% (5,25 cents/bushel), fechando a $592,00. Na Euronext de Paris, o trigo para moagem de dezembro aumentou 0,80%, ou 1,75 euros, encerrando a €219,75 por tonelada.

O aumento nas cotações foi atribuído à escalada no conflito entre os dois maiores exportadores mundiais de trigo e milho, o que impactou diretamente os preços dessas commodities interligadas na cadeia de ração. Notícias da guerra reverteram as quedas registradas durante a sessão noturna na CBOT, levando os fundos de investimentos a adotarem uma postura mais cautelosa, com recompra de contratos em aberto para proteção contra possíveis elevações bruscas nos preços.

Atualmente, a Rússia ocupa a posição de maior exportador global de trigo, enquanto a Ucrânia é o quarto maior fornecedor de milho. A incerteza em relação ao fornecimento dessas commodities reflete-se diretamente nos mercados internacionais, elevando os prêmios nas negociações.

Além disso, os fechamentos em outras bolsas como Argentina, Londres e Austrália também evidenciaram tendências positivas, conforme detalhado nas tabelas de fechamento. O cenário de alta permanece no radar do mercado, principalmente diante da continuidade do conflito geopolítico.
Atualmente, a Rússia ocupa a posição de maior exportador global de trigo

Fonte: Agrolink/Leonardo Gottems Foto: Divulgação

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Arroz/Cepea: Preços são os menores em seis meses

Levantamento do Cepea mostra que os preços do arroz em casca, na última semana, tiveram a maior queda desde meados de junho e voltaram a operar nos patamares nominais de maio deste ano.

A equipe do Cepea observou uma saída de compradores do spot, com os poucos ativos ofertando valores bem menores que os praticados nas semanas anteriores. Vendedores tentaram resistir, mas prevaleceu a pressão compradora, em um mercado com maior “queda de braço”.

De acordo com pesquisadores do Cepea, também influenciaram as baixas nas cotações o bom ritmo de cultivo da nova safra e a divulgação do governo de oferta de leilões de opções de venda envolvendo produtos da nova temporada a valores bem abaixo dos registrados atualmente.

Fonte: Cepea Foto: Divulgação

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Exportação de Milho do Brasil em 2024 abaixo de 2023, mas ainda com bons números

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgou na última segunda-feira (18) que o volume embarcado de milho não moído, excluindo o milho doce, atingiu 2.754.518,4 toneladas até o momento em novembro. Esse número representa 37,19% do total exportado no mesmo mês de 2023, quando o volume alcançou 7.405.902,9 toneladas.
A média diária de embarques neste início de mês foi de 275.451,8 toneladas, registrando uma queda de 25,6% em comparação com a média diária de novembro do ano passado, que foi de 370.295,1 toneladas.

Embora os números de exportação de milho em 2024 estejam bem abaixo dos recordes do ano passado, Vlamir Brandalizze, consultor de mercado da Brandalizze Consulting, destaca que os volumes ainda são consideráveis e ajudam a manter os preços elevados no mercado nacional. “A redução nos embarques é esperada, pois colhemos 20 milhões de toneladas a menos. No ano passado, fomos o maior exportador mundial de milho, superando os Estados Unidos, um feito histórico. Este ano, exportaremos menos, mas ainda assim teremos volumes significativos, entre 36 e 38 milhões de toneladas, o que é elevado comparado às 56 milhões de toneladas de 2023, um ano atípico”, afirma Brandalizze.

Faturamento e Preço Médio

Em termos de faturamento, o Brasil arrecadou US$ 570,7 milhões com a exportação de milho até o momento, uma queda em relação aos US$ 1,678 bilhão registrados em novembro de 2023. A média diária de faturamento também sofreu uma queda de 32%, passando de US$ 83,9 milhões por dia útil em novembro de 2023 para US$ 57,1 milhões em 2024.

Além disso, o preço médio pago pela tonelada de milho brasileiro recuou 8,6%, passando de US$ 226,60 em novembro de 2023 para US$ 207,20 em novembro de 2024.

Fonte: Portal do Agronegócio Foto: Divulgação

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Milho/BR: 52,4% das áreas destinadas ao cultivo já foram semeadas

No RS, a maioria das lavouras está em desenvolvimento vegetativo em boas condições. Cerca de 1/3 da área iniciou o estágio reprodutivo. No PR, o plantio está sendo finalizado e as lavouras apresentam bom desenvolvimento, apesar da redução das precipitações. Em SC, o plantio está sendo concluído e as lavouras apresentam bom desempenho, apesar da incidência de percevejos e trips em algumas regiões.

Em MG, o excesso de precipitações prejudicou o avanço do plantio e os tratos culturais em diversas regiões. Na BA, as precipitações regulares têm favorecido a implantação e o desenvolvimento das lavouras. Em SP, o excesso de chuvas impediu a realização dos tratos culturais. Em GO, o plantio foi intensificado devido a finalização do plantio da soja em diversas regiões. As lavouras apresentam bom desenvolvimento.

Confira o Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras de 18 de novembro de 2024 completo, clicando aqui.

Fonte: Conab Foto: Divulgação

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Preços do café iniciam 3ª feira (19) com baixas moderadas nas bolsas internacionais

Os preços do café perderam os fortes ganhos da semana passada, e vem se estabelecendo moderadamente mais baixos nas bolsas internacionais desde a última sessão.
Segundo o Rabobank, o café está sendo influenciado pela incerteza sobre o futuro Regulamento de Desmatamento da União Europeia (EUDR), bem como por temores sobre possíveis tarifas dos EUA.

Nesta terça-feira (19), às 8h40 (horário de Brasília), o arábica registrava queda de 75 pontos no valor de 280,00 cents/lbp no contrato de dezembro/24, uma baixa de 80 pontos no valor de 281,80 cents/lbp no de março/25, um recuo de 85 pontos cotado por 279,30 cents/lbp no de maio/25, e uma baixa de 100 pontos no valor de 275,70 cents/lbp no de julho/25.

De acordo com a Reuters, a safra do Brasil parece ter perdido algum potencial após a seca do início do ano, e os analistas esperam uma produção cada vez menor de arábica nesta temporada.

Já o robusta trabalhava com a desvalorização de US$ 38 no valor de US$ 4.732/tonelada no vencimento de novembro/24, uma baixa de US$ 39 no valor de US$ 4.696/tonelada no de janeiro/25, um recuo de US$ 33 no valor de US$ 4.642/tonelada no de março/25, e uma baixa de US$ 27 no valor de US$ 4.597/tonelada no de maio/25.

Fonte: Notícias Agrícolas Foto: Divulgação