04.10-PORTO

Porto de Paranaguá: novo ‘moegão’ reorganizará descargas ferroviárias

O projeto da nova estrutura do moegão do Porto de Paranaguá foi apresentado nesta segunda-feira. A obra de R$ 592 milhões vai centralizar as descargas de grãos e farelos. O diretor empresarial da Portos do Paraná, André Luiz Pioli, explica como a expansão pode melhorar o transporte de cargas.

O novo moegão terá capacidade para descarregar simultaneamente 180 vagões em até quatro horas, dobrando a capacidade atual. Os granéis sólidos serão enviados aos 11 terminais interligados do Corredor Leste.

Segundo o Governo do Estado, o moegão pode reduzir mais de 70% da emissão de CO2 e gerar economia de 30% nos custos de transporte. O projeto vai ser executado pelo Consórcio Tucumã. A expectativa é que as obras sejam iniciadas nos próximos meses, depois de análise e ajustes, com cronograma de entrega de 20 meses.

Fonte: BandNews Foto: Divulgação

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Preocupação com atual modelo de seguro rural

Em coletiva de imprensa no 22o Congresso Brasileiro do Agronegócio, em São Paulo (SP), o ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, destacou que há uma preocupação com o atual modelo de seguro rural adotado pelo Brasil, por conta do elevado endividamento das empresas seguradoras.

Segundo Fávaro, a imensa maioria dos produtores está sendo atendida pelo seguro rural, com exceção dos casos recorrentes que estão acontecendo, como o terceiro problema climático em quatro anos no Rio Grande do Sul, o que faz com que a apólice encareça e haja uma queda no valor da cobertura. “É um processo legítimo de mercado que precisa ser corrigido com recursos públicos para fazer a subvenção deste seguro”, avalia.

Fávaro afirma que não é possível assumir o compromisso público de que o seguro rural chegará a R$ 2 bilhões neste ano, como também não era possível dizer que o Brasil lançaria o seu maior Plano Safra de sua história, chegando a R$ 500 bilhões para a safra 2023/24, somando recursos do BNDES.

No entendimento de Fávaro, o atual modelo de seguro rural adotado pelo Brasil gera um grande déficit para as seguradoras, que está em R$ 3 bilhões ao longo de 16 anos. “Ou se busca junto ao Tesouro maiores volumes de recursos públicos, ou essa forma de seguro vai deixar de operar, pois não há um equilíbrio”, sinaliza.

Fávaro entende que é preciso buscar o máximo para equacionar o seguro para a safra 2023/24, mas que é preciso pensar à frente. “Existe um novo modelo no México, que vai ser aprofundado e adaptado ao Brasil, para quem sabe já termos ter um novo seguro mais eficiente e para o produtor rural na safra 2024/25, que seja sustentável economicamente”, conclui.

Fonte: Arno Baasch/Agência SAFRAS

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Portaria federal reforça alerta da Adapar sobre importância do vazio sanitário da soja

Uma portaria do Ministério da Agricultura e Pecuária, publicada na última quinta-feira (3), reforça a orientação da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) sobre a importância de os produtores respeitarem o vazio sanitário da soja. A portaria atualiza o Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja, com o objetivo de congregar ações estratégicas de defesa sanitária vegetal. O período em que é proibido cultivar ou manter plantas vivas de soja no campo continua sendo uma das principais armas para o controle da praga Phakopsora pachyrhizi.

A Adapar é responsável pela fiscalização da adoção dessa medida fitossanitária no Paraná. Além da fiscalização, cabe à agência normatizar complementarmente e estabelecer procedimentos operacionais para a execução do programa. O vazio sanitário paranaense começou em 10 de junho e se estende até 10 de setembro.

“O principal objetivo da Adapar é orientar os produtores para que obedeçam às leis que visam garantir a sanidade vegetal e animal no Estado, e o vazio sanitário é importante nesse sentido”, disse o coordenador do programa de Vigilância e Prevenção de Pragas em Cultivos Agrícolas e Florestais da Adapar, Marcílio Martins Araújo.

Segundo ele, a conscientização por parte dos produtores de que é preciso erradicar toda planta de soja nesse período de 90 dias evita surtos precoces da doença, o que acarretaria em maiores custos e mais trabalhos para o controle. “É uma ação totalmente a favor do próprio produtor”, acentuou Araújo. “Além de evitar notificações e autuações por parte dos fiscais da Adapar”.

Cabe à Adapar o cadastro de produtores, monitoramento da ocorrência da praga durante a safra e fiscalização quanto ao vazio sanitário e ao calendário de semeadura.

Ajustes

A nova regulamentação emitida pelo governo federal promove ajustes no modelo de governança do Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja, conferindo à Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária maior autonomia no estabelecimento das medidas de prevenção e controle da doença, na condição de Instância Central e Superior do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa).

“Para o controle adequado da doença e a mitigação dos potenciais prejuízos que ela pode causar à cadeia produtiva da soja, devem ser considerados diversos aspectos, entre eles medidas de redução do inóculo do fungo e o manejo da resistência de fungicidas. Considerando que a soja é cultivada na maioria dos estados brasileiros, as medidas oficiais estabelecidas devem abranger os resultados que se pretende alcançar em nível nacional”, explica a coordenadora-geral de Proteção de Plantas, Graciane Castro.

Fonte e Foto: AEN

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Soja em queda no Brasil

Os valores do complexo soja estão em queda no Brasil e nos Estados Unidos neste começo de agosto. O movimento de baixa nas cotações se deve aos estoques elevados no Brasil – mesmo que as vendas sejam recordes nesta temporada, a oferta está se sobressaindo à demanda, devido à safra 2022/23 volumosa no País.

Conforme informações do boletim informativo do Cepea, nos Estados Unidos, as recentes chuvas em áreas de cultivo de soja trouxeram alívio aos agentes da cadeia. Além disso, a valorização do dólar reforçou a queda nos Estados Unidos, já que esse cenário eleva a atratividade do produto brasileiro em detrimento do norte-americano.

Fonte: Agrolink Foto: Divulgação

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Apasem abre inscrições para treinamento de Tetrazólio e Vigor em Sementes

Curso será ministrado pela Dra. Maria de Fatima Zorato com o apoio dos profissionais dos laboratórios da Associação

A Associação Paranaense dos Produtores de Sementes e Mudas – Apasem, está com inscrições abertas para o treinamento ‘O vigor de sementes visto por outros ângulos’, que acontece entre os dias 26 e 28 de setembro, na  Associação Comercial de Ponta Grossa. Quem ministrará o conteúdo será a Dra. Maria de Fátima Zorato, referência no Brasil nesta área e terá o apoio de profissionais do LAS Apasem.

As atividades vão acontecer em torno das sementes de  soja e trigo. O objetivo dos encontros é mostrar por meio  da teoria e da prática, o ‘modus operandi’ da metodologia e a resposta da semente nas diversas situações, bem como indicar junto ao processo da qualidade,  a dinâmica de eliminação, redução, criação e elevação de fatores, visando melhorias.

Entre os principais testes de sementes que serão abordados estão o de Tetrazólio  e Vigor, ambos voltados a soja e ao trigo.

Serviço:

De 26 a 28 de Setembro de 2023, das 8h30 às 17h30.

Treinamento – ‘O vigor de sementes visto por outros ângulos’

Local: Associação Comercial de Ponta Grossa (próximo ao Las Apasem de Ponta Grossa).

Disponibilização de material didático e certificado.

Ministrante: Dra. Maria de Fátima Zorato com o apoio de profissionais do Las Apasem.

Associados Apasem têm direito a ‘Cupom de Desconto’.

Inscrições abertas e podem ser realizadas pelo site www.apasem.com.br. As vagas são limitadas.

Informações pelo WhatAapp: (41) 98808-0599  ou (41) 98853-5073.

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Embrapa promoverá Reunião de Pesquisa de Soja em agosto

A 38ª edição Reunião de Pesquisa de Soja (RPS) será promovida pela Embrapa Soja nos dias 23 e 24 de agosto de 2023, em Londrina (PR). A Reunião de Soja tem por objetivo apresentar os principais avanços da pesquisa, debater as dificuldades ocorridas na safra de soja e promover o intercâmbio de experiências e informações entre os envolvidos com a cadeia desse grão.

“Nossa expectativa é aproximar a pesquisa das diferentes demandas dos sistemas de produção em que a soja está inserida – debater novas tecnologias, soluções e ferramentas inovadoras para o campo – além de gerar parcerias e proporcionar a integração entre fontes de informação e usuários”, detalha o pesquisador Fernando Henning, da Embrapa Soja, presidente da RPS.

A RPS deverá reunir aproximadamente 800 profissionais envolvidos com a cadeia produtiva. A programação técnica tratará das principais linhas de pesquisa para a cultura a soja, com temas como Genética e Melhoramento, Ecologia, Fisiologia e Práticas Culturais Nutrição Vegetal, Fertilidade e Biologia dos Solos, Entomologia, Plantas Daninhas, Fitopatologia, Tecnologia de Sementes, Pós-Colheita e Segurança Alimentar.

“Além disso, vamos promover debates a respeito de grandes temas transversais à atividade agrícola e de pesquisa, como Soja Baixo Carbono, Agricultura Digital, Genética e novas ferramentas da Biotecnologia e Bioinsumos”, detalha Henning.

Henning explica que a Reunião de Pesquisa de Soja é o principal fórum da sojicultora nacional e que a proposta é promover debates sobre os desafios de produção até as interfaces de logística e de mercado, seja discutindo o papel e a relevância de estratégias financeiras e de negócios até nichos de mercado, como a produção de soja convencional.

“Neste sentido, estamos convidando palestrantes renomados que tragam informações qualificadas para o campo, promovam debates em temas estratégicos como os desafios futuros da sojicultora, desde a produção, pós-colheita, até mercado internacional”, defende.

Exposição de soluções de mercado

Uma das novidades da RPS será o espaço dedicado a expositores que possam contribuir com o aprimoramento das discussões e inovações que estão surgindo no campo e no mercado. A expectativa com a exposição é promover uma vitrine tecnológica de produtos, tecnologias e soluções relacionadas aos sistemas de produção de soja.

Fonte: Embrapa Soja Foto: Divulgação

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Mercado de defensivos para soja cresce 50%

Com aumento de 6% na área plantada de soja na safra 2022-23, que ultrapassou 42 milhões de hectares, os pesticidas para a cultura movimentaram US$ 11,4 bilhões, alta de 50% ante o ciclo anterior (US$ 7,657 bilhões). Os dados são do levantamento FarmTrak, da consultoria Kynetec. A oleaginosa, diz a empresa, segue na posição de principal cultivo da indústria do setor, seguida do milho e da cana-de-açúcar.

De acordo com o gerente de contas da Kynetec, Lucas Lima Alves, os herbicidas foram os produtos mais demandados: corresponderam a 35% das vendas ou US$ 4,1 bilhões, elevação de 70%, em dólar, ante a safra 2021-22 (US$ 2,391 bilhões). “Historicamente, a categoria dos fungicidas vinha liderando o ranking de agroquímicos mais representativos na soja”, informa ele.

Segundo Alves, os herbicidas tiveram o preço empurrado para cima em virtude do aumento do custo de insumos das moléculas-chave ao manejo da lavoura, inclusive glifosatos, responsáveis por quase 60% das transações do segmento. “O FarmTrak constatou que o produtor tem aumentado a utilização de herbicidas específicos, como graminicidas, pré-emergentes. A adoção de produtos para folhas estreitas avançou de 46%, em 2018-19, para 77% em 2022-23”, exemplifica.

O executivo salienta ainda que a utilização de herbicidas específicos pelo produtor avançou em toda a fronteira agrícola, tendo em vista ervas de difícil controle como capim-amargoso, milho-tiguera, capim-pé-de-galinha e outras. “Os pré-emergentes residuais também subiram em adoção, para 45%, frente a 34% de 2020-21. Tais produtos auxiliam no controle do banco de sementes, evitando a rebrota de plantas daninhas”, comenta Alves.

Conforme o FarmTrak Soja 2022-23, os fungicidas ficaram na segunda posição entre os agroquímicos mais aplicados na oleaginosa. A comercialização totalizou US$ 3,7 bilhões, 33% do total, contra US$ 2,613 bilhões da safra passada, um crescimento de 43%.

Terceira categoria do levantamento, a dos inseticidas também tracionou o desempenho do setor: atingiu 21% do montante ou US$ 2,4 bilhões, frente a US$ 1,721 bilhão do ciclo anterior, salto de 40%. Complementam o levantamento da Kynetec – resultante de entrevistas pessoais junto a 3,7 mil sojicultores -, os produtos para tratamento de sementes, nematicidas e outros que, somados, movimentaram cerca de US$ 1,2 bilhão.

Fonte: Agrolink Foto: Divulgação

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Estado, Faep e UFPR lançam livreto que orienta produtores sobre como eliminar tigueras

Uma publicação conjunta da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento (Seab), Sistema Federação da Agricultura do Paraná/Serviço Nacional de Aprendizagem Rural e Universidade Federal do Paraná (UFPR) orienta produtores rurais sobre como eliminar das lavouras o milho voluntário – plantas que nascem sem serem semeadas, também chamadas de guaxo ou tiguera. A Portaria 133/2023 da Adapar proíbe a presença desse tipo de vegetal nas plantações comerciais.

De maneira geral, as plantas voluntárias são originadas de espigas ou grãos perdidos durante a colheita e transporte. Elas reduzem a produtividade da lavoura, pois competem com a cultura plantada por água, luz e nutrientes, e disseminam pragas, como o percevejo e a cigarrinha do milho, inseto de difícil controle e transmissor do enfezamento pálido, vermelho e viroses.

A primeira parte do livreto explica o que é o milho voluntário, quais os possíveis prejuízos e a obrigatoriedade de eliminar as plantas tigueras. Em seguida, a publicação orienta como minimizar as perdas na colheita do milho, o que reduz a incidência de plantas voluntárias. Há, ainda, um guia sobre o manejo químico com herbicidas autorizados para o controle dos milhos que nasceram sozinhos nas plantações.

De acordo com a Portaria 133/2023, o produtor tem prazo de 30 dias após notificação da Adapar para resolver o problema. Entre as penalidades previstas em caso de descumprimento da legislação estão advertências, multas, proibição de comércio e acesso a crédito agrícola e, dependendo do caso, até interdição da propriedade agrícola.

Recomendações

Entre as orientações, estão a utilização de sementes certificadas; manejo correto do solo; colher os grãos com umidade adequada; capacitar operadores de colheita e fazer o manejo integrado de plantas daninhas.

Fonte: AEN Foto: Faep

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Milho fechou em baixa pela sétima sessão consecutiva

Fechamentos do dia 2/8: A cotação para setembro23, referência para a nossa safra de inverno, fechou em baixa de -1,76 % ou $ -8,75 cents/bushel a $ 488,25. A cotação de dezembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -1,33 % ou $ -6,75 cents/bushel a $ 500,50.

Causas da baixa: O milho negociado em Chicago fechou em baixa pela sétima sessão consecutiva. Os fatores baixistas se mantém e continuam exercendo uma pressão sobre o cereal. O clima mais favorável para as lavouras no cinturão do milho/soja nos EUA, o avanço da grande safra brasileira e a adesão do produtor argentino ao programa de incentivo a exportação não dão espaço para uma recuperação das cotações do milho. A produção de etanol nos EUA ficou abaixo da expectativa do mercado, o que colaborou para a queda. Novos ataques aos portos ucranianos no Rio Danúbio não surtiram o mesmo efeito que na semana passada e o mercado parece ter precificado essa etapa do conflito.

Fonte: Mais Soja via T&F Agroeconômica Foto: Divulgação

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Campo Mourão recebe a Jornada Estadual de Treinamentos de Responsáveis Técnicos nesta semana

A série de encontros denominada ‘Jornada Estadual de Treinamentos de Responsáveis Técnicos’, que já percorreu  diferentes regiões do Paraná, será encerrada nesta terça-feira (1) e quarta-feira (2), em Campo Mourão. O encontro acontece no Anfiteatro da Cooperativa COAMO – Anexo ao Entreposto novo de Campo Mourão.

A iniciativa é do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), com o apoio da Associação Paranaense dos Produtores de Sementes e Mudas (Apasem). O objetivo é levar informações sobre a atualização da Legislação Nacional de Sementes e Mudas.

Evento 05 – Campo Mourão

1 de agosto, das 14h às 18h.

2 de agosto, das 8h às 17h.

Local – Campo Mourão.

Anfiteatro da Cooperativa COAMO – Anexo ao Entreposto novo de Campo Mourão.

Mais

Decreto nº 10.586/2020 – Novo regulamento da Lei nº 10.711/2003 – 2,0 horas

Portaria MAPA nº 501/2022 – RENASEM – 1,5 horas

Portaria MAPA nº 538/2022 – Normas Gerais de sementes – 6,0 horas

SIGEF – Inscrição de campos de sementes no MAPA- 1,5 horas

Lei nº 14.515/2022 – Lei do Autocontrole e da Harmonização dos Procedimentos da Legislação Agropecuária – Interface com a Legislação de Sementes e Mudas – 0,5 horas

Peticionamento eletrônico intercorrente no sistema SEI – Envio de Relatórios ao MAPA- 0,5 horas

Serviço: Mais informações: (41) 3019-2084.

Foto: Leonardo Frederico Sguarezi