set205266

Avaliação dos potenciais impactos da paralisação da BR-277

Avaliação dos potenciais impactos da paralisação da BR-277 nos setores do transporte e do agronegócio do Paraná
A Esalq/LOG elaborou um estudo técnico apontando o impacto causado nos setores agropecuário e de transporte pelos incidentes registrados na BR-277, entre Curitiba e Paranaguá, e que afetaram o escoamento da safra. A avaliação leva em conta diferentes cenários e circunstância.

Veja detalhes no link abaixo

https://www.sistemafaep.org.br/avaliacao-dos-potenciais-impactos-da-paralisacao-da-br-277-nos-setores-do-transporte-e-do-agronegocio-do-parana/

Fonte e foto – Sistema Faep

set205328

Governo ajusta distribuição de limites equalizáveis do Plano Safra 2022/2023

O Ministério da Fazenda publicou nessa quarta-feira (24/05) a Portaria Nº 446, para ajustar a distribuição de Limites Equalizáveis no Plano Safra 2022/2023. O ato altera a Portaria Nº 6.454, de 19 de julho 2022, que autorizou o pagamento de equalização de taxas de juros em financiamentos rurais concedidos no âmbito do Plano Safra 2022/2023, que se encerra em 30 de junho deste ano.

Bancos contemplados – Banco do Brasil, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Caixa foram os bancos contemplados pelo ajuste dos limites definidos nessa quarta-feira.

Reforço – O governo federal destinou mais R$ 200 milhões para reforçar o Plano Safra 2022/2023, que ainda está em vigor. Segundo a portaria do Ministério do Planejamento e Orçamento publicada no dia 11 de maio, serão alocados R$ 89,1 milhões para operações de custeio agropecuário e R$ 110,8 milhões para investimentos.

Equalização – Os recursos suplementares deverão permitir a equalização de cerca de R$ 7,429 bilhões para aplicação em programas de financiamento do Moderfrota, irrigação e demais investimentos e custeio no âmbito do Pronamp. (Mapa).

Fonte e foto – Sistema Ocepar

set204626

AgroBrasília inicia nesta terça-feira

A AgroBrasília é uma feira de tecnologia e negócios voltada para empreendedores rurais de diversos portes e segmentos. Realizada pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (COOPA-DF), ela serve como vitrine de novas tecnologias para o agronegócio e tem um cenário de referência em debates, palestras, cursos sobre diversos temas relacionados ao próprio setor produtivo. A entrada do evento é gratuita e inicia nesta terça-feira (23) e se estende até sábado (27).

Em um espaço de 500 mil m², a feira vai reunir parte do ecossistema de inovação e trazer muita informação sobre diversas ferramentas desenvolvidas e em desenvolvimento para aplicação no agronegócio. Com 520 expositores, a expectativa da organização é superar os negócios da última edição, que chegou a R$ 4,6 bilhões em faturamento.

Novas tecnologias para a agricultura digital e de precisão serão o destaque do Pavilhão de Inovação que a AgroBrasília organiza em 2023. Na Feira, que ocorre de 23 a 27 de maio, o espaço vai reunir parte do ecossistema de inovação e trazer muita informação sobre diversas ferramentas desenvolvidas e em desenvolvimento para aplicação no agronegócio.

O presidente da Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), José Guilherme Brenner, fala que a iniciativa visa atender à constante demanda por inovação dos produtores da região de abrangência da AgroBrasília. “No Cerrado se desenvolve atividade agropecuária de intensa tecnificação e o produtor tem um perfil muito dinâmico. Entendemos ainda que a evolução tecnológica, que depende de inovação, é o fator que irá garantir mais produtividade e sustentabilidade para o agro, com alimentos mais saudáveis e acessíveis para a população e mais renda para o produtor”.

Dez startups participam do pavilhão. Cinco delas são do CNA Hub, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, e outras têm projetos vinculados à Universidade de Brasília. A maioria está sediada no Distrito Federal e uma em São Paulo. As agtechs atuam nas áreas de fertilização, adubação, IoT (Internet das Coisas), conectividade e mobilidade. “Esperamos que passem pelo espaço produtores rurais, as atuais e as futuras gerações, empreendedores do setor, estudantes”, afirma o gestor de Startup e TIC do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal (Sebrae/DF), Johann Bischof. Além da instituição, o Instituto Eldorado é parceiro da Feira na organização do pavilhão.

A entrada do evento é gratuita

Fonte: Agrolink Foto: Divulgação

set204780

Mercado reduz previsão da inflação de 6,03% para 5,8%

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, caiu de 6,03% para 5,8% este ano. A estimativa consta do Boletim Focus desta segunda-feira (22), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2024, a projeção da inflação ficou em 4,13%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 4% para os dois anos.

A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3,25% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 1,75% e o superior, 4,75%. Segundo o BC, a chance de a inflação oficial superar o teto da meta em 2023 é de 83%.
A projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Em abril, influenciado pelo aumento dos preços de remédios, o IPCA ficou em 0,61%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é inferior à taxa de março, de 0,71%. Em 12 meses, o indicador acumula 4,18%.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está nesse nível desde agosto do ano passado e é a maior desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.

Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre em 12,5% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é de que a taxa básica caia para 10% ao ano. Já para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 9% ao ano e 8,75% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano passou de 1,02% para 1,2%.
Para 2024, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 1,3%. Para 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,7% e 1,8%, respectivamente.

A previsão para a cotação do dólar está em R$ 5,15 para o fim deste ano. Para o fim de 2024, a previsão é de que a moeda americana fique em R$ 5,20.

Fonte: Agência Brasil Foto: Divulgação

set204831

Paraná deve colher 3,1 milhões de toneladas de mandioca em 2023

A produção de mandioca paranaense na safra 2022/23 deve ter aumento de 15%, alcançando 3,1 milhões de toneladas. A estimativa faz parte do Boletim de Conjuntura Agropecuária, preparado pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), referente à semana de 12 a 18 de maio.

Além da produção, a área plantada foi ampliada em 11%, passando de 123 mil hectares para 136 mil hectares. No período 2021/22, a produção paranaense de mandioca tinha sido de 2,7 milhões de toneladas, uma queda de 10% em relação ao ciclo anterior.

As condições climáticas têm sido favoráveis ao trabalho de colheita. No campo, os produtores já retiraram a mandioca de 30% da área e obtiveram 964 mil toneladas, o que representa produtividade média de 24,9 mil quilos por hectare.

Com maior oferta na atual safra, os preços começam a apresentar acentuada redução depois da alta até fevereiro, quando a tonelada da raiz chegou a R$ 1.112,00. Na metade de maio foi comercializada, em média, por R$ 783,00, queda de 30% em período curto de tempo.

Fonte: Gazeta do Povo Foto: Divulgação

set204927

ABRASS realiza visita cortesia ao senador relator do Projeto de Lei n. 947/22

O presidente da ABRASS, Gladir Tomazelli acompanhado do superintendente Executivo, Osli Barreto, representando o setor de multiplicação de sementes de soja esteve ao gabinete do senador Angelo Coronel (PSD/BA) para fazer um agradecimento especial pelo brilhante parecer favorável ao PL 947/22 na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado.

O Projeto de autoria do deputado Sérgio Souza (MDB/PR) foi aprovado na CAE com a relatoria do senador.

Na oportunidade o presidente da associação destacou para o senador a importância do PL 947 que regulamenta a dedutibilidade de royalties sobre tecnologia de sementes, garantindo a segurança jurídica para os multiplicadores de sementes de soja.

Fonte e Foto: Abrass

set204253

Trigo tem menor relação estoque-demanda global desde 2014/15

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou suas estimativas de oferta e demanda agrícola mundial para 2023/24, prevendo um ano turbulento para a indústria global de trigo. As perspectivas gerais indicam uma interação interessante de aumento da produção em um cenário de menor oferta, comércio, consumo e estoques finais em comparação com o ano anterior.

A produção global de trigo deve atingir um recorde de 789,8 milhões de toneladas, um aumento modesto de 1,5 milhão de toneladas em relação a 2022/23. Esse aumento é atribuído principalmente a safras maiores na Argentina, Canadá, China, União Européia e Índia, que conseguiram contrabalançar quedas notáveis na Austrália, Rússia, Ucrânia e Cazaquistão.

Espera-se que a Argentina assuma a liderança no aumento da produção à medida que o país se recupera de uma seca devastadora, enquanto o Canadá deve colher colheitas quase recordes devido à expansão das áreas de plantio. A UE também antecipa um aumento da produção, graças às chuvas acima da média que beneficiam quase todos os países membros, com exceção de Espanha e Portugal.

No entanto, nem todos os produtores de trigo compartilham essa previsão otimista. A Austrália, após três safras recordes consecutivas, está se preparando para uma queda substancial na produção devido ao retorno dos rendimentos aos níveis médios. Simultaneamente, a Rússia prevê rendimentos menores e áreas reduzidas em relação ao recorde do ano passado, enquanto a produção da Ucrânia deve cair 21%, principalmente devido ao conflito em andamento com a Rússia.https://www.agrolink.com.br/agrotempo?utm_source=agrolink-detalhe-noticia&utm_medium=detalhe-noticia&utm_campaign=links-internos

Pelo lado do consumo, espera-se uma queda de 3,0 milhões de toneladas, caindo para 791,7 milhões de toneladas. O principal fator por trás disso é a redução do uso de ração e resíduo de trigo, já que maiores suprimentos de grãos para ração em 2023/24 tornam o trigo menos competitivo. Os países mais afetados por essa redução são Ucrânia, Índia, Rússia e China.

O comércio global de trigo também deve sofrer uma queda, com uma queda prevista de 5,5 milhões de toneladas a partir de 2022/23, elevando o total para 209,7 milhões de toneladas. Prevê-se que a Rússia mantenha sua posição como o maior exportador, seguida pela UE, Canadá, Austrália, Estados Unidos e Argentina. No entanto, espera-se que as reduções nas exportações da Austrália, Índia e Ucrânia superem os aumentos da Argentina, UE e Rússia.

Olhando para os estoques de final de ano, o USDA prevê uma queda de 1,9 milhão de toneladas para 264,3 milhões. Isso representaria a menor relação estoque-uso global desde 2014/15, uma tendência preocupante para o mercado global de trigo. O mais impressionante é que mais da metade desses estoques globais devem ser mantidos na China.

Enquanto a produção de trigo continua a crescer, os desafios potenciais de menor consumo, comércio e estoques destacam um ano complexo pela frente para a indústria global de trigo. Equilibrar esses fatores contrastantes será crucial para manter a estabilidade no mercado mundial de trigo em 2023/24.
Boletim elaborado pela equipe Agrotempo*

Fonte: Agrolink/Seane Lennon Foto: Divulgação

set204362

Exportações paranaenses apresentam crescimento em 2023

As exportações paranaenses em abril cresceram 7% em relação a abril do ano passado, somando US$ 2,1 bilhões, segundo informações fornecidas pela Secretaria de Comércio Exterior, do Governo Federal (Secex). Os dados foram confirmados pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) nesta terça-feira (16).

No acumulado do ano, o total de mercadorias e serviços vendidos no mercado externo já cresceu 11%, totalizando US$ 7,3 bilhões em receitas cambiais. Este é o melhor desempenho para abril na série histórica, que começou a ser divulgada em 1997. O resultado do quadrimestre também é o melhor em 26 anos. Com esta performance, o Paraná figura como o quarto estado no ranking nacional do mês, representando 7,7% de tudo que o Brasil vendeu para fora. No Sul, responde por 45% das vendas internacionais, sendo o maior exportador da região.

O valor das importações do mês caiu 16% em relação ao mesmo mês do ano anterior, com US$ 1,5 bilhão adquiridos. Em relação ao acumulado do ano, há uma mesma tendência de queda. Até abril, o valor total das compras de mercadorias e serviços realizadas pelo Paraná retraíram 7%, somando US$ 6 bilhões. O estado é o quarto maior importador nacional, mas o segundo da região Sul, ficando atrás de Santa Catarina, com 32% do total comprado de fora.

Com isso, o saldo da balança comercial do Paraná em abril ficou em US$ 636 milhões. No ano, o superávit chega a US$ 1,3 bilhão.
Quase 74% das vendas externas paranaenses do mês estão concentradas em cinco grupos de produto: soja (41%), carnes (16%), material de transporte (8%), madeira (5%) e produtos químicos (3%). Já entre os mais comprados pelo Paraná em abril, 77% correspondem a cinco itens: produtos químicos (28%), petróleo (17%), material de transporte (15%), mecânica (11%) e materiais elétricos e eletrônicos (6%).

No ano, soja também lidera as vendas externas, seguida por carnes, material de transporte, cereais, madeira e mecânica. Os mais comprados são produtos químicos, petróleo, material de transporte, mecânica e materiais elétricos e eletrônicos.

Fonte e Foto: CBN, Com informações da Fiep