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Portaria federal reforça alerta da Adapar sobre importância do vazio sanitário da soja

Uma portaria do Ministério da Agricultura e Pecuária, publicada na última quinta-feira (3), reforça a orientação da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) sobre a importância de os produtores respeitarem o vazio sanitário da soja. A portaria atualiza o Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja, com o objetivo de congregar ações estratégicas de defesa sanitária vegetal. O período em que é proibido cultivar ou manter plantas vivas de soja no campo continua sendo uma das principais armas para o controle da praga Phakopsora pachyrhizi.

A Adapar é responsável pela fiscalização da adoção dessa medida fitossanitária no Paraná. Além da fiscalização, cabe à agência normatizar complementarmente e estabelecer procedimentos operacionais para a execução do programa. O vazio sanitário paranaense começou em 10 de junho e se estende até 10 de setembro.

“O principal objetivo da Adapar é orientar os produtores para que obedeçam às leis que visam garantir a sanidade vegetal e animal no Estado, e o vazio sanitário é importante nesse sentido”, disse o coordenador do programa de Vigilância e Prevenção de Pragas em Cultivos Agrícolas e Florestais da Adapar, Marcílio Martins Araújo.

Segundo ele, a conscientização por parte dos produtores de que é preciso erradicar toda planta de soja nesse período de 90 dias evita surtos precoces da doença, o que acarretaria em maiores custos e mais trabalhos para o controle. “É uma ação totalmente a favor do próprio produtor”, acentuou Araújo. “Além de evitar notificações e autuações por parte dos fiscais da Adapar”.

Cabe à Adapar o cadastro de produtores, monitoramento da ocorrência da praga durante a safra e fiscalização quanto ao vazio sanitário e ao calendário de semeadura.

Ajustes

A nova regulamentação emitida pelo governo federal promove ajustes no modelo de governança do Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja, conferindo à Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária maior autonomia no estabelecimento das medidas de prevenção e controle da doença, na condição de Instância Central e Superior do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa).

“Para o controle adequado da doença e a mitigação dos potenciais prejuízos que ela pode causar à cadeia produtiva da soja, devem ser considerados diversos aspectos, entre eles medidas de redução do inóculo do fungo e o manejo da resistência de fungicidas. Considerando que a soja é cultivada na maioria dos estados brasileiros, as medidas oficiais estabelecidas devem abranger os resultados que se pretende alcançar em nível nacional”, explica a coordenadora-geral de Proteção de Plantas, Graciane Castro.

Fonte e Foto: AEN

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Soja em queda no Brasil

Os valores do complexo soja estão em queda no Brasil e nos Estados Unidos neste começo de agosto. O movimento de baixa nas cotações se deve aos estoques elevados no Brasil – mesmo que as vendas sejam recordes nesta temporada, a oferta está se sobressaindo à demanda, devido à safra 2022/23 volumosa no País.

Conforme informações do boletim informativo do Cepea, nos Estados Unidos, as recentes chuvas em áreas de cultivo de soja trouxeram alívio aos agentes da cadeia. Além disso, a valorização do dólar reforçou a queda nos Estados Unidos, já que esse cenário eleva a atratividade do produto brasileiro em detrimento do norte-americano.

Fonte: Agrolink Foto: Divulgação

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Embrapa promoverá Reunião de Pesquisa de Soja em agosto

A 38ª edição Reunião de Pesquisa de Soja (RPS) será promovida pela Embrapa Soja nos dias 23 e 24 de agosto de 2023, em Londrina (PR). A Reunião de Soja tem por objetivo apresentar os principais avanços da pesquisa, debater as dificuldades ocorridas na safra de soja e promover o intercâmbio de experiências e informações entre os envolvidos com a cadeia desse grão.

“Nossa expectativa é aproximar a pesquisa das diferentes demandas dos sistemas de produção em que a soja está inserida – debater novas tecnologias, soluções e ferramentas inovadoras para o campo – além de gerar parcerias e proporcionar a integração entre fontes de informação e usuários”, detalha o pesquisador Fernando Henning, da Embrapa Soja, presidente da RPS.

A RPS deverá reunir aproximadamente 800 profissionais envolvidos com a cadeia produtiva. A programação técnica tratará das principais linhas de pesquisa para a cultura a soja, com temas como Genética e Melhoramento, Ecologia, Fisiologia e Práticas Culturais Nutrição Vegetal, Fertilidade e Biologia dos Solos, Entomologia, Plantas Daninhas, Fitopatologia, Tecnologia de Sementes, Pós-Colheita e Segurança Alimentar.

“Além disso, vamos promover debates a respeito de grandes temas transversais à atividade agrícola e de pesquisa, como Soja Baixo Carbono, Agricultura Digital, Genética e novas ferramentas da Biotecnologia e Bioinsumos”, detalha Henning.

Henning explica que a Reunião de Pesquisa de Soja é o principal fórum da sojicultora nacional e que a proposta é promover debates sobre os desafios de produção até as interfaces de logística e de mercado, seja discutindo o papel e a relevância de estratégias financeiras e de negócios até nichos de mercado, como a produção de soja convencional.

“Neste sentido, estamos convidando palestrantes renomados que tragam informações qualificadas para o campo, promovam debates em temas estratégicos como os desafios futuros da sojicultora, desde a produção, pós-colheita, até mercado internacional”, defende.

Exposição de soluções de mercado

Uma das novidades da RPS será o espaço dedicado a expositores que possam contribuir com o aprimoramento das discussões e inovações que estão surgindo no campo e no mercado. A expectativa com a exposição é promover uma vitrine tecnológica de produtos, tecnologias e soluções relacionadas aos sistemas de produção de soja.

Fonte: Embrapa Soja Foto: Divulgação

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Mercado de defensivos para soja cresce 50%

Com aumento de 6% na área plantada de soja na safra 2022-23, que ultrapassou 42 milhões de hectares, os pesticidas para a cultura movimentaram US$ 11,4 bilhões, alta de 50% ante o ciclo anterior (US$ 7,657 bilhões). Os dados são do levantamento FarmTrak, da consultoria Kynetec. A oleaginosa, diz a empresa, segue na posição de principal cultivo da indústria do setor, seguida do milho e da cana-de-açúcar.

De acordo com o gerente de contas da Kynetec, Lucas Lima Alves, os herbicidas foram os produtos mais demandados: corresponderam a 35% das vendas ou US$ 4,1 bilhões, elevação de 70%, em dólar, ante a safra 2021-22 (US$ 2,391 bilhões). “Historicamente, a categoria dos fungicidas vinha liderando o ranking de agroquímicos mais representativos na soja”, informa ele.

Segundo Alves, os herbicidas tiveram o preço empurrado para cima em virtude do aumento do custo de insumos das moléculas-chave ao manejo da lavoura, inclusive glifosatos, responsáveis por quase 60% das transações do segmento. “O FarmTrak constatou que o produtor tem aumentado a utilização de herbicidas específicos, como graminicidas, pré-emergentes. A adoção de produtos para folhas estreitas avançou de 46%, em 2018-19, para 77% em 2022-23”, exemplifica.

O executivo salienta ainda que a utilização de herbicidas específicos pelo produtor avançou em toda a fronteira agrícola, tendo em vista ervas de difícil controle como capim-amargoso, milho-tiguera, capim-pé-de-galinha e outras. “Os pré-emergentes residuais também subiram em adoção, para 45%, frente a 34% de 2020-21. Tais produtos auxiliam no controle do banco de sementes, evitando a rebrota de plantas daninhas”, comenta Alves.

Conforme o FarmTrak Soja 2022-23, os fungicidas ficaram na segunda posição entre os agroquímicos mais aplicados na oleaginosa. A comercialização totalizou US$ 3,7 bilhões, 33% do total, contra US$ 2,613 bilhões da safra passada, um crescimento de 43%.

Terceira categoria do levantamento, a dos inseticidas também tracionou o desempenho do setor: atingiu 21% do montante ou US$ 2,4 bilhões, frente a US$ 1,721 bilhão do ciclo anterior, salto de 40%. Complementam o levantamento da Kynetec – resultante de entrevistas pessoais junto a 3,7 mil sojicultores -, os produtos para tratamento de sementes, nematicidas e outros que, somados, movimentaram cerca de US$ 1,2 bilhão.

Fonte: Agrolink Foto: Divulgação

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Estado, Faep e UFPR lançam livreto que orienta produtores sobre como eliminar tigueras

Uma publicação conjunta da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento (Seab), Sistema Federação da Agricultura do Paraná/Serviço Nacional de Aprendizagem Rural e Universidade Federal do Paraná (UFPR) orienta produtores rurais sobre como eliminar das lavouras o milho voluntário – plantas que nascem sem serem semeadas, também chamadas de guaxo ou tiguera. A Portaria 133/2023 da Adapar proíbe a presença desse tipo de vegetal nas plantações comerciais.

De maneira geral, as plantas voluntárias são originadas de espigas ou grãos perdidos durante a colheita e transporte. Elas reduzem a produtividade da lavoura, pois competem com a cultura plantada por água, luz e nutrientes, e disseminam pragas, como o percevejo e a cigarrinha do milho, inseto de difícil controle e transmissor do enfezamento pálido, vermelho e viroses.

A primeira parte do livreto explica o que é o milho voluntário, quais os possíveis prejuízos e a obrigatoriedade de eliminar as plantas tigueras. Em seguida, a publicação orienta como minimizar as perdas na colheita do milho, o que reduz a incidência de plantas voluntárias. Há, ainda, um guia sobre o manejo químico com herbicidas autorizados para o controle dos milhos que nasceram sozinhos nas plantações.

De acordo com a Portaria 133/2023, o produtor tem prazo de 30 dias após notificação da Adapar para resolver o problema. Entre as penalidades previstas em caso de descumprimento da legislação estão advertências, multas, proibição de comércio e acesso a crédito agrícola e, dependendo do caso, até interdição da propriedade agrícola.

Recomendações

Entre as orientações, estão a utilização de sementes certificadas; manejo correto do solo; colher os grãos com umidade adequada; capacitar operadores de colheita e fazer o manejo integrado de plantas daninhas.

Fonte: AEN Foto: Faep

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Milho fechou em baixa pela sétima sessão consecutiva

Fechamentos do dia 2/8: A cotação para setembro23, referência para a nossa safra de inverno, fechou em baixa de -1,76 % ou $ -8,75 cents/bushel a $ 488,25. A cotação de dezembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -1,33 % ou $ -6,75 cents/bushel a $ 500,50.

Causas da baixa: O milho negociado em Chicago fechou em baixa pela sétima sessão consecutiva. Os fatores baixistas se mantém e continuam exercendo uma pressão sobre o cereal. O clima mais favorável para as lavouras no cinturão do milho/soja nos EUA, o avanço da grande safra brasileira e a adesão do produtor argentino ao programa de incentivo a exportação não dão espaço para uma recuperação das cotações do milho. A produção de etanol nos EUA ficou abaixo da expectativa do mercado, o que colaborou para a queda. Novos ataques aos portos ucranianos no Rio Danúbio não surtiram o mesmo efeito que na semana passada e o mercado parece ter precificado essa etapa do conflito.

Fonte: Mais Soja via T&F Agroeconômica Foto: Divulgação

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Colheita da safrinha avança para 54,7% no Brasil, mas segue bem atrás do ano passado, aponta Conab

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou seu acompanhamento semanal das lavouras brasileiras e atualizou o estágio de desenvolvimento das lavouras de milho de primeira e de segunda safra no Brasil.                     

Olhando para a safra de verão, os técnicos da Conab apontam que 99,1% do total já foi colhido, com destaque para Bahia, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul (100%), Piauí (96%) e Maranhão (94%). Na semana passada a colheita da primeira safra estava em 98,5% e era 99,4% no mesmo período da safra anterior.           

Já para a segunda safra brasileira, a companhia indica que a colheita saltou dos 47,9% de lavouras já retiradas do campo na semana passada, para 54,7% do total. No mesmo período do ano passado, as atividades já estavam com 71,1%.       

Os estados mais adiantados são Tocantins (85%), Mato Grosso (83,7%), Piauí (64%), Maranhão (57%), Goiás (47%), Minas Gerais (35%), Mato Grosso do Sul (17%), Paraná (15%) e São Paulo (5%). 

Até o momento, o restante das lavouras de milho se divide com 39,6% já em maturação e os 5,8% restantes em enchimento de grãos.  

Fonte: Notícias Agrícolas Foto: Divulgação

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Mudança no tempo na primeira semana de agosto

Ao longo da primeira semana de agosto, o grande destaque do tempo segue com as temperaturas muito acima da média histórica. Essas temperaturas, quase sempre, serão acompanhadas de baixíssimos índices de umidade – combinação que vem reduzindo a disponibilidade de umidade no solo.

Contudo, as projeções indicam mudanças no tempo na entrada da próxima semana. Essa mudança, vem na forma de uma frente fria com intensidade suficiente para quebrar o padrão de bloqueio e avançar sobre áreas do sudeste e centro-oeste.

Pontualmente – se as projeções se confirmarem – as chuvas nesta primeira semana de agosto, podem superar a média do que seria esperado para o mês inteiro em algumas áreas do centro-oeste – considerando que a média de chuva para o mês é muito baixa.

De maneira geral, essas chuvas serão positivas para as lavouras, principalmente para o trigo na região Sul, o qual a semeadura de 2023 está praticamente finalizada e as lavouras estão majoritariamente em desenvolvimento vegetativo. Na região centro-oeste, as chuvas podem interromper as atividades de colheita do milho e algodão, mas beneficiará as lavouras mais tardias, além de reduzir o estresse térmico.

Sul

Praticamente durante todo o período desta semana, o tempo será seco e quente. A mudança vem a partir da próxima segunda-feira (07) com a formação e avanço de uma nova frente fria, que deve trazer volumes expressivos em um curto período de tempo. Esses volumes são muito positivos para as lavouras de trigo que estão em emergência e desenvolvimento vegetativo. Até mesmo as operações de colheita sofrerão pouco ou nenhum impacto em relação a essas chuvas previstas. Não há previsão de frio intenso e nem ocorrência de geadas no decorrer deste período.

Fonte: Agrolink

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Seminários vão debater resultados de 10 anos do manejo integrado de pragas e doenças

O IDR-Paraná, a Embrapa e a Federação da Agricultura do Paraná (Faep) iniciam no próximo dia 8 (terça-feira) uma série de seminários em todo o Estado para discutir com agricultores a produção de grãos sustentáveis. Serão apresentados os resultados obtidos pelo Manejo Integrado de Pragas (MIP) e Manejo Integrado de Doenças (MID) nas últimas dez safras no Paraná.

Entre os ganhos imediatos dessa tecnologia estão a redução do uso de inseticidas e fungicidas, menor exposição dos agricultores a esses produtos, queda nos custos de produção e a promoção de uma agricultura mais biológica. O primeiro seminário será em Pato Branco, no Sudoeste, e se destina a agricultores já assistidos pelos profissionais do Instituto, lideranças e a quem ainda não conhece o MIP e MID.

De acordo com Edivan José Possamai, coordenador estadual do programa Grãos Sustentáveis do IDR-Paraná, os extensionistas acompanharam 1.639 produtores que adotaram o MIP nas últimas dez safras. Foi possível observar uma redução média de 53% das aplicações de inseticidas.

“Os produtores acompanhados fizeram 1,7 aplicação, enquanto os não adotadores chegaram a 3,6 aplicações. Além disso, houve um atraso, em média, de 27 dias para realização da primeira aplicação de inseticida pelos produtores assistidos”, explicou. A rentabilidade desses agricultores também apresentou um aumento médio de duas sacas por hectare, em virtude da diminuição dos custos.

Na safra 2022/2023 o ganho foi ainda maior. Nas 165 lavouras acompanhadas, o número de aplicações de inseticidas caiu de três para uma, durante todo o ciclo da lavoura. Outro aspecto relevante foi que 40% das lavouras não aplicaram inseticidas nas culturas. Nos cultivos onde o produto foi aplicado, a operação foi realizada, em média, 25 dias depois dos produtores que não aplicaram o MIP.

Mais rentabilidade

A ferrugem asiática é a principal doença que ataca a soja no Estado, podendo causar sérios prejuízos para o produtor. Não bastasse esse dano, o uso de fungicidas em grande quantidade pode comprometer a lucratividade das lavouras. Para fazer frente a esse desafio, os extensionistas incentivam a implantação do Manejo Integrado de Doenças (MID), que vem comprovando ser uma tecnologia eficiente para controlar a ferrugem.

Nas últimas sete safras, 1.315 lavouras foram acompanhadas pelos extensionistas. “Em média o número de aplicações de fungicidas reduziu de 2,6 para 1,6 (38%), quando se compara quem adotou o MID e quem não usou essa tecnologia”, explicou Possamai. A rentabilidade aumentou 1,5 saca/ha, em média, já que o custo de produção diminuiu.

A aplicação de fungicida também foi feita mais tarde, 17 dias depois dos agricultores que não adotaram o MID. Na safra 2022/2023, esse adiamento da aplicação de fungicida caiu um pouco, 16 dias. No entanto, as 165 lavouras que adotaram a tecnologia reduziram de 3,5 para 2,2 aplicações de inseticidas (37%), em média.

Em uma pequena parcela das lavouras, 4%, os produtores sequer usaram fungicidas para combater a ferrugem. Isso foi possível graças ao monitoramento dos plantios e ao uso de coletores de esporos. Esses equipamentos foram distribuídos nas regiões das propriedades assistidas para identificar a presença de esporos, os agentes que causam a ferrugem. Os produtores foram orientados a usar os fungicidas somente quando as condições climáticas, combinadas com a presença de esporos, favorecessem o desenvolvimento da doença, eliminando o uso desnecessário do insumo.

Seminários

Esses resultados serão mostrados aos produtores nos seminários regionais que acontecerão nos seguintes municípios: Pato Branco (dia 08), Cascavel (dia 09), Campo Mourão (dia 15), Cianorte (dia 16), Londrina (dia 24), Tibagi (dia 29) e Cornélio Procópio (dia 30). Os encontros começam sempre às 8h e vão até as 12h30.

Além dos resultados dos dez anos do Programa Grãos Sustentáveis MIP/MID, os extensionistas ainda vão debater os resultados do uso da coinoculação em soja, o manejo do solo e rotação de culturas, a importância das boas práticas agrícolas, a integração lavoura-pecuária-floresta, a recuperação de pastagens degradadas e a apresentação dos resultados preliminares da qualidade e conservação do solo, obtidos nos estudos da Rede Paranaense de Agropesquisa. Informações e inscrições nos escritórios do IDR-Paraná de cada região.

Fonte: AEN

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Mercado brasileiro de milho deve manter ritmo lento nas negociações

O mercado brasileiro de milho deve ter uma terça-feira de preços inalterados. O ritmo dos negócios deve seguir lento, diante de compradores e vendedores ainda adotando postura comedida. No cenário internacional, a Bolsa de Mercadorias de Chicago opera em queda. O dólar, por sua vez, registra alta expressiva frente ao real.

O mercado brasileiro de milho apresentou preços pouco alterados no começo da semana. O ritmo de negócios seguiu lento nas principais praças de comercialização. Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, as cotações estiveram sob pressão nesta segunda-feira (31).

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 60,00/63,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 58,00/62,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 52,00/54,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 54,00/60,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 58,00/61,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 62,00/64,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 47,00/50,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 42,00/R$ 47,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 43,00/45,00 a saca em Rondonópolis.

Chicago

* Os contratos com entrega em setembro de 2023 operam com baixa de 1,75 centavo, ou 0,34%, cotados a US$ 5,02 1/4 por bushel.

* O mercado mantém o tom negativo das últimas cinco sessões, quando pesaram, principalmente, as expectativas de um clima mais frio e úmido no Meio-Oeste dos Estados Unidos em agosto. As cotações foram pressionadas pela baixa do petróleo em Nova York e pela força expressiva do dólar frente a outras moedas correntes. Por outro lado, os contratos mais distantes recebem suporte das condições das lavouras norte-americanas um pouco piores do que esperado.

* O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou dados sobre as condições das lavouras americanas de milho. Segundo o USDA, até 30 de julho, 55% estavam entre boas e excelentes condições (o mercado esperava 56%), 30% em situação regular e 15% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 57%, 30% e 13%, respectivamente.

* Ontem (31), os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 5,04 por bushel, baixa de 17,00 centavos de dólar, ou 3,26%, em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro fechou a sessão a US$ 5,13 por bushel, recuo de 17,25 centavos de dólar, ou 3,25%.

Câmbio

* O dólar comercial registra alta de 0,97% a R$ 4,7749. O Dollar Index registra valorização de 0,56% a 102,42 pontos.

Indicadores financeiros

* As principais bolsas da Ásia fecharam em alta. Xangai, feriado. Japão, + 0,92%.

* As principais bolsas na Europa operam com índices fracos. Paris. -0,85%. Frankfurt. -1,08%. Londres. -0,35%.

* O petróleo opera em alta. Setembro do WTI em NY: US$ 81,09 o barril (-0,86%).

Agenda

– Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral, na parte da manhã.

– O Ministério do Desenvolvimento, da Indústria, Comércio e Turismo divulga, às 15h, a balança de julho.

—–Quarta-feira (2/8)

– Japão: A ata da reunião dos dias 15 e 16 de junho será publicada na noite anterior pelo BOJ.

– A multinacional de alimentos holandesa Bunge publica o balanço do segundo trimestre de 2023.

– EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às 11h30 pelo Departamento de Energia (DoE).

– Definição da taxa Selic, juro básico da economia brasileira – Copom, após 18h30.

—–Quinta-feira (3/8)

– O relatório mensal de índice de preços ao consumidor será publicado pela OCDE.

– Alemanha: O resultado da balança comercial de junho será publicado às 3h pelo Destatis.

– Eurozona: O índice de preços ao produtor de junho será publicado às 6h pela Eurostat.

– Reino Unido: A decisão de política monetária será publicada às 8h pelo Banco da Inglaterra.

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 9h30.

– Dados sobre o desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.

—Sexta-feira (4/8)

– EUA: O número de empregos criados ou perdidos pela economia (payroll) e a taxa de desemprego referentes a julho serão publicados às 9h30 pelo Departamento do Trabalho.

– O Imea divulga relatório sobre a evolução das lavouras no Mato Grosso.

Fonte: Pedro Carneiro / Agência SAFRAS